sexta-feira, 24 de março de 2017

Boletim Epidemiológico apresenta indicadores prioritários para o controle da tuberculose e a meta para acabar com doença como problema de saúde no Brasil: alcançar um coeficiente de incidência de menos de 10 casos por 100.000 habitantes até o ano de 2035


Coeficiente de incidência de tuberculose, coeficiente de mortalidade por tuberculose, proporção de contatos examinados dos casos novos de tuberculose pulmonar com confirmação laboratorial, número de casos de tuberculose notificados no Sinan com tipo de entrada pós-óbito e proporção de casos novos pulmonares confirmados por critério laboratorial são alguns dos indicadores prioritários para o monitoramento das estratégias nacionais para o fim da tuberculose como problema de saúde pública no Brasil.

Todos os indicadores estão listados e suas linhas de base para o monitoramento estão apresentadas no Boletim Epidemiológico 2017, publicado pelo Ministério da Saúde neste dia 24 de março (Dia mundial de controle da tuberculose).

Nesse boletim epidemiológico os resultados apontaram a tendência de redução dos coeficientes de incidência e de mortalidade por tuberculose, no entanto, ainda foram registrados 66.796 casos novos em 2016 e 4.543 óbitos por tuberculose em 2015. Há indicadores operacionais, como a proporção de cura e de abandono de tratamento dos casos novos pulmonares diagnosticados por critério laboratorial que ainda estão com valores diferentes daqueles almejados para a interrupção da cadeia de transmissão da doença. Acrescenta-se ainda, que os indicadores apresentaram resultados que variam entre os estados e as capitais brasileiras.

Sendo assim, ações estratégicas de monitoramento e avaliação devem ser desenhadas e executadas pelos Programas de Controle da Tuberculose a fim de que haja o estabelecimento e a implementação de estratégias para o fim da tuberculose como problema de saúde pública no Brasil.

Link para acesso: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/marco/23/2017-V-48-N-8-Indicadores-priorit--rios-para-o-monitoramento-do-Plano-Nacional-pelo-Fim-da-Tuberculose-como-Problema-de-Sa--de-P--blica-no-Brasil.pdf

quinta-feira, 9 de março de 2017

Curso Manejo da Coinfecção Tuberculose-HIV (TB-HIV)

*Fonte: UNA-SUS



Produzido pela Secretaria Executiva da UNA-SUS, o curso é ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS). O objetivo é fornecer subsídios para que os profissionais de saúde atendam integralmente, e de forma qualificada, as pessoas coinfectadas por tuberculose e HIV. Para isso, o curso aborda tanto aspectos etiológicos, como aspectos psicossociais e clínicos da associação entre as doenças.

É composto por três unidades, que tratam de aspectos de apoio psicossocial e manejo clínico de coinfecção, com foco especial no diagnóstico de tuberculose nas pessoas que tem HIV, e a organização de serviços para atendimento de pessoas coinfectadas por TB-HIV. Além de uma unidade dedicada a casos clínicos interativos que simulam situações reais.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata pessoas com HIV. Por isso, é necessário tratar as doenças de forma conjunta.
  • Matrículas: Podem ser realizadas até 21 de maio,  pelo link.
  • Os alunos terão até 18 de junho para concluir o curso.
  • Público-alvo: Profissionais de saúde da Atenção Básica e demais interessados no tema.
  • Carga horária: 60 horas.
  • Critérios de certificação: É necessário completar os dois quizzes e os três casos clínicos, obtendo uma nota mínima de 90 pontos.