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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PNCT realiza oficina para troca de experiências exitosas e construção de novas estratégias de adesão ao tratamento

Nos dias 10 e 11 de setembro será realizado, em Brasília, a Oficina de Estratégias para a Adesão ao Tratamento da Tuberculose (TB). Participam do evento, cerca de 90 pessoas, entre coordenadores estaduais e municipais de tuberculose e enfermeiros de diversos lugares do Brasil que atuam nos serviços de saúde. 

O Tratamento Diretamente Observado (TDO) é a estratégia para a adesão recomendada pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) que consiste na observação da tomada diária dos medicamentos. É recomendado para todas as pessoas com diagnóstico de tuberculose e deve ser realizado na unidade básica de saúde mais próxima à residência do paciente. 

O TDO também pode ser realizado por uma pessoa que já tenha vínculo com o paciente. Nestes casos, o profissional de saúde deve acompanhar semanalmente o suporte ao tratamento oferecido pela pessoa que tenha vínculo.  

Visto que a adesão ao tratamento é fundamental para o controle da tuberculose, ao curar e diminuir a possibilidade de multirresistência aos medicamentos, a oficina tem como objetivo o fortalecimento e a expansão do TDO, bem como de outras estratégias de adesão, por meio da troca de experiências exitosas que possam contribuir para a construção de novas estratégias de adesão que qualifiquem ainda mais o tratamento da TB. 

A Oficina será realizada no Hotel Nobile Lakeside Convention & Resort – SHTN Trecho 1 Lote 2 Projeto Orla 3 – Setor de Hotéis e Turismo Norte Setor Hoteleiro Sul – Brasília/DF – Tel: (61) 3035-5615.

Para acessar a programação completa clique aqui.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

RJ realiza capacitação em busca do abandono zero no tratamento da tuberculose

Por Carlos Basília

O Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PCT/SES/RJ), em parceria com o Fórum ONGs Tuberculose do Estado do Rio de Janeiro, realizou no dia 27 de julho,  Oficina de Capacitação para Formação de Cuidadores Rumo ao Abandono Zero, dirigida à lideranças comunitárias e ativistas de Organizações Não Governamentais que atuam na prevenção da tuberculose em diferentes pontos do Estado. O evento aconteceu no Hotel Regina, Rio de Janeiro. 

Ao longo dos trabalhos, a equipe técnica do PCT e convidados, expuseram uma série de indicadores sobre o atual quadro da tuberculose e sua coinfecção com o HIV/aids, instrumentalizando-os quanto às estratégias a serem adotadas na interlocução, acompanhamento e suporte de pessoas afetadas pela tuberculose, visando incentivá-las no processo de tratamento e evitar o abandono. 

Já na mesa de abertura; foi destacado, tanto pela coordenação do PCT, como pelas demais representações; a importância estratégica de ações articuladas entre os profissionais de saúde e lideranças comunitárias locais, de forma a cobrir eventuais lacunas no processo, garantir a adesão e continuidade ao tratamento e a adoção de medidas preventivas e profiláticas nas áreas de maior incidência epidemiológica.

Outra questão que mereceu destaque pelos palestrantes, foi a necessidade de uma formação acadêmica dos profissionais de saúde, nas mais diferentes especialidades, a partir de uma lógica da estratégia de Saúde da Família, com vistas àquilo que se convencionou chamar de “prevenção primordial”. 

Nas falas das lideranças comunitárias ficou evidente, as dificuldades encontradas na ponta, desde o diagnóstico precoce dos casos de tuberculose, a realização dos exames exigidos, acesso aos benefícios legais que esses pacientes têm direito e até mesmo ao tratamento.




sexta-feira, 20 de julho de 2012

RJ realiza capacitação em busca do abandono ZERO no tratamento da tuberculose

No dia 27 de julho, será realizada, no Rio de Janeiro, a oficina “Formação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO” que tem como objetivo capacitar representantes das organizações da sociedade civil, ativistas e lideranças comunitárias na busca ativa de sintomáticos respiratórios e/ou casos de pacientes faltosos, bem como o acompanhamento do paciente com tuberculose em tratamento supervisionado.

Durante a oficina serão abordados temas relacionados à direitos sociais e acesso aos serviços, tratamento diretamente observado (TDO) e o esquema 4 em 1, biossegurança, coinfecção TB/HIV e tuberculose em pacientes com diabetes, doenças hepáticas e/ou usuário de álcool e outras drogas. Tudo sob uma ótica comunitária.

A partir desta capacitação busca-se fortalecer as redes de apoio social aos pacientes, incentivando a participação e o controle social na construção de ações educativas e preventivas. O evento é uma realização do Programa de Controle da Tuberculose da Secretaria de Estados de Saúde do Rio de Janeiro PCT/SES/RJ em parceria com o Fórum ONGs Tuberculose RJ. 

PROGRAMAÇÃO

08:30 h - Recepção - Café da manhã

09:00 h -Abertura:
Alexandre Chieppe, superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental SES/RJ
Miguel Aiub,  diretor CRPHF
Carlos Basilia  representante Fórum ONGs TB/ObservatórioTB)
Ana Alice Bevilaqua, gerente de Pneumologia Sanitária PCT/SES/RJ

09:30 h -Tuberculose: acesso da população. Como? Onde? E por que?
Luciane Blanco e Maíra Guazzi (SMSDC-RJ)

10:05 h - Esquema Básico (4 em 1) e o Tratamento Diretamente Observado (TDO)
Maria José Fernandes (SMS/PCT/Itaboraí)

10:45 h -A coinfeção TB/ HIV – Um olhar comunitário
Juan Carlos Raxach (ABIA)

11:25 h -A Tuberculose em pacientes com tabagismo, diabetes, doenças hepáticas- Usuário de álcool e drogas
Adriana Sindra (PCT/SES/RJ)

12:10 h - Almoço

13:30 h -Biossegurança da Tuberculose – Em casa e no Trabalho
Marneili Martins (PCT/SES/RJ)

14:00 h - Direitos sociais
Amanda Pinheiro (PCT/SES/RJ)

14:30 h - O papel do Cuidador
Cristina Castelo Branco (FG), Marneili Martins (PCT/SES/RJ e Maíra Guazzi (SMSDC-RJ)

16:30 h - Encerramento – Lanche


Serviço
Formação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO
Dia: 27 de julho de 2012
Local: Hotel Regina – Rio de Janeiro- RJ
Horário: 8h30 às 16h30

Para mais informações:
tuberculose@saude.rj.gov.br
forumongstbrj@yahoo.com.br



terça-feira, 10 de julho de 2012

MS realiza Capacitação em Manejo Clínico e TDO para os Profissionais de Saúde Indígena


De quarta (11) a sexta-feira (13), será realizada em Brasília a Capacitação em Manejo Clínico e Tratamento Diretamente Observado para os Profissionais de Saúde Indígena, para fortalecer e apoiar as ações de controle da tuberculose desenvolvidas pelos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país.

O evento é uma realização do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT/MS), em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e tem como objetivo garantir que os profissionais de saúde indígena sejam capazes de suspeitar e diagnosticar clinicamente a tuberculose, solicitar os exames indicados e conduzir adequadamente o tratamento até a cura.

Com isso pretende-se sistematizar o trabalho dos profissionais de saúde indígena nos aspectos clínicos e epidemiológicos da tuberculose, com foco no fortalecimento do tratamento diretamente observado (TDO), buscando a redução do abandono, da recidiva, falência e tuberculose resistente, para garantir a adesão e um tratamento bem-sucedido.

Serão capacitados dois profissionais de saúde por Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) totalizando a capacitação de 68 profissionais.


Serviço:
Capacitação em Manejo Clínico e Tratamento Diretamente Observado para os Profissionais de Saúde Indígena
Data: 11, 12 e 13 de julho
Horário: 9h às 18h.
Local: Manhattan Plaza Hotel, Setor Hoteleiro Norte, Quadra 02, Bloco A, Brasília-DF


terça-feira, 3 de julho de 2012


Gama é referência em tratamento da tuberculose na região Centro Oeste


Fonte: Secretaria de Saúde DF

O serviço de Tisiopneumologia do Hospital Regional do  Gama  é responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças respiratórias como tuberculose, asma, pneumonia, doenças pulmonares obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite crônica) derrames pleurais, tumores dos pulmões e embolias pulmonares. A unidade é referência na região Centro-Oeste no atendimento a tuberculose e recebe pacientes de todo Distrito Federal e de outros estados que necessitam de internação. 

Segundo o pneumologista, Paulo Rodrigues de Oliveira, responsável pelo setor, cerca de  cinqüenta por cento das internações são ocasionadas por questões sociais como condições precárias de vida, deficiência alimentar, baixa escolaridade , alcoolismo, drogas, e o persistente uso incorreto das medicações em domicílio. “Temos também pacientes que chegam de outras localidades  e não tem ou não podem ficar na casa de familiares uma vez que ainda estão contaminando as pessoas”, informou o pneumologista.

Outros motivos de internação estão relacionados a própria  doença como desnutrição severa, insuficiência respiratória, sangramentos e alguns casos de intensa intolerância  ou alergia aos medicamentos. Paulo Rodrigues relata que a maior dificuldade em diagnosticar a doença em estágio inicial  é o desconhecimento da população sobre os sinais e sintomas.“ A maioria dos pacientes tem um nível sócio cultural muito baixo e só sabe que está  doente quando a tuberculose já está em estado avançado e precisam de internação hospitalar”, disse.

O período de internação pode chegar a até seis meses conforme o caso clínico. Neste período os pacientes recebem cinco refeições diárias e toda a assistência de uma equipe multiprofissional composta de pneumologistas/tisiologistas, enfermagem, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e assistente social.

Paulo Rodrigues informa que a assistência é pautada em buscar, diagnosticar e captar todos os doentes  que estão em trânsito ou moram no DF. “O nosso objetivo é implementar o tratamento correto e acompanhar até a alta curada  onde se verifica  que os pacientes não apresentam mais  os sintomas e também investigar os comunicantes que são as pessoas que tem contato estreito com o portador da doença”,  destacou.

De acordo com o pneumologista, os moradores do DF após a alta hospitalar recebem acompanhamento médico ambulatorial e o índice de cura na região é alto devido a qualidade da assistência na rede de ambulatórios e postos de saúde da Secretaria de Saúde. Os pacientes  que residem em  outros estados recebem  alta com transferência,  com  relatório detalhado sobre o tratamento  e o que deverá ser mantido  no acompanhamento  na unidade de saúde próxima de sua residência. Todos os casos diagnosticados são inscritos no Programa de Controle Nacional – SINAN (Sistema Nacional de Agravos de Notificação) do Ministério da Saúde.

O programa de Tuberculose do HRG conta com  22 leitos, três ambulatórios semanais  para acompanhamento dos pacientes e investigação de comunicantes. A unidade de tisipneumologia  também oferece atendimento   de internação com 14 leitos  para doenças respiratórias  e atendimento ambulatorial  para asma, DPOC  e tabagismo.  A equipe que atende os dois setores  é composta de sete médicos (penumologistas e tisiologistas), quatro enfermeiros, um terapeuta ocupacional, dois fisioterapeutas, uma assistente social, dois agentes administrativos e 30 auxiliares de enfermagem.

Dados gerais  de atendimento ano 2011: 


Consultas Ambulatoriais
Tisiologia: 584
Pneumologia: 4.289

Internações:
Tisiologia: 76
Pneumologia: 231

segunda-feira, 18 de junho de 2012

SEAP e SES capacitam equipes de saúde penitenciária


Governo da Paraíba

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), por meio da Gerência de Saúde Penitenciária, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), realiza hoje e amanhã, no auditório do Hospital Clementino Fraga, uma capacitação em tuberculose voltada aos profissionais de saúde penitenciária. A intenção é melhorar a qualidade da assistência prestada aos apenados no que diz respeito ao diagnóstico precoce, controle de comunicantes e tratamento adequado da doença.

Participarão da capacitação profissionais das nove equipes de saúde penitenciária. A ação tem o apoio das áreas técnicas da SES, Vigilância em Saúde e Atenção à Saúde.

A iniciativa faz parte do projeto “Cidadania é Liberdade”, que promove ações de educação, trabalho, cultura e saúde voltadas para a ressocialização dos detentos do sistema prisional paraibano.

Na programação estão previstas discussões sobre a situação epidemiológica do estado, o diagnóstico oportuno dos casos de tuberculose mediante a investigação dos sintomáticos respiratórios e o tratamento diretamente observado (TDO). No segundo dia, serão debatidas questões referentes ao manejo clínico e à atenção à saúde no presídio com apresentação de experiência local.

quarta-feira, 6 de junho de 2012


V ENCONTRO NACIONAL DE TUBERCULOSE

Durante três dias, gestores, profissionais de saúde, pesquisadores, organizações não governamentais e ativistas estiveram reunidos para discutir os diversos aspectos referentes à doença.

De 30 de maio a 02 de junho, Brasília sediou o V Encontro Nacional de Tuberculose e o II Fórum da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose que reuniu representantes do governo, academia, e sociedade civil para discutir temas relativos à tuberculose, que vão desde questões clínicas e epidemiológicas até a importância do controle social.

A cerimônia de abertura contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar de luta contra a tuberculose, Antônio Brito, do coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Draurio Barreira, do vice presidente da Rede de pesquisa em Tuberculose, Antônio Ruffino Neto, do coordenador da Comissão de Tuberculose – SBPT, Marcelo Fouad Rabahi e Nadja Faraone, da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose.

   O evento trouxe importantes contribuições sobre determinação social da tuberculose e destacou a importância das articulações intersetoriais para garantir os direitos das pessoas com tuberculose e contribuir na adesão ao tratamento.  

   “Além de aumentar os recursos, implantamos estratégias mais integradas com programas como Saúde da Família e disponibilizamos a dose fixa de medicamentos, facilitando a adesão ao tratamento. Também incluímos a tuberculose no Plano Brasil sem Miséria, um dos principais programas desse governo”, relatou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

A proposta do Programa Nacional de Controle da Tuberculose é de promover o acesso prioritário para pacientes com tuberculose, que vivem abaixo da linha da pobreza, e viabilizar o acesso a políticas e equipamentos já existentes e garantidos pelo Sistema Único de Saúde, além de geração de renda e qualificação profissional para jovens e adultos, principalmente nos casos de internação compulsória.

A Resolução 444/2011, do Conselho Nacional de Saúde, preconiza a articulação entre o Ministério da Saúde junto ao Ministério do Desenvolvimento Social, para que sejam desenvolvidas ações e estratégias que consideram as necessidades de comunidades carentes, da população afrodescendente, das pessoas que vivem em situação de rua, dos presos, da população indígena e das pessoas vivendo com HIV/AIDS, a fim de melhorar o controle da tuberculose entre essas populações.

A idéia é incentivar a adesão ao tratamento a partir do recebimento de benefícios sociais e acesso a programas já existentes, diminuindo a taxa de abandono e conseqüentemente a incidência das manifestações multirresistentes.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha além de continuar a luta pela queda dos índices de incidência e mortalidade e ampliar a adesão ao tratamento, é preciso consolidar um pólo permanente de inovação, adaptação e incorporação de novas tecnologias e de produção de medicamentos no combate à tuberculose.  

   Durante o evento foram discutidas vinte temáticas relacionadas à tuberculose por meio de conferências e mesas redondas. Trabalhos científicos e experiências bem sucedidas na rede de serviços da comunidade científica e sociedade civil foram apresentados.

Entre os temas discutidos, cabe destacar a questão da coinfecção TB/HIV, da tuberculose em populações vulneráveis - como populações vivendo abaixo da linha da pobreza, populações em situação de rua, povos indígenas, -sistema prisional, segurança alimentar, benefícios sociais como incentivo à adesão ao tratamento, vigilância epidemiológica, pesquisa, desenvolvimento urbano, comunicação, mobilização social e incorporação de novas tecnologias. 

Apesar de ainda constar na lista dos 22 países que juntos correspondem a 82% dos casos de tuberculose no mundo, as ações realizadas endossam o fato de o país estar sendo citado com freqüência, em diversos periódicos internacionais, como exemplo de articulação entre a Saúde e Assistência Social, bem como, em face da melhoria dos indicadores pactuados.

A partir da articulação entre o Programa Nacional de Controle da Tuberculose, deputados e movimento social, a Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose foi instalada em 08 de maio no Congresso Nacional.  Esta iniciativa também representou importante marco para ativistas e gestores da saúde pública por inserir a temática na agenda dos parlamentares com o objetivo de aperfeiçoar a legislação referente à saúde, assistência social e outras políticas vinculadas, ampliando as ações de controle da doença.

O V Encontro acabou, mas há muito trabalho pela frente!

Para acessar as apresentações do encontro, clique aqui 
Talvez vocês não encontrem uma ou outra apresentação, afinal nem todas as foram autorizadas para compartilhamento.

Para fotos, clique aqui.

Para o material de jogos lúdicos do Fundo Global exposto durante o evento, clique aqui
Conseguindo apoio de alguma gráfica ou instuição é possível inserir outras logomarcas nos jogos, basta acessar o arquivo CD-R e modificar. (O arquivo em PDF não permite isso). Em caso de mudança de CONTEÚDO, o que não é recomendado, favor retirar a logomarca do Fundo Global.