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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Comitê para o Controle Social da Tuberculose realiza oficina sobre direitos humanos e participação social Florianópolis

Da SES/SC

O Comitê para o Controle Social da Tuberculose em Santa Catarina realizou, nos dias 28 e 29 de abril, uma oficina com o tema “Direitos Humanos, participação social e tuberculose”, no Hotel São Sebastião, em Florianópolis. Membros do comitê, gestores de programas municipais e regionais relacionados à doença participaram do encontro.

A coordenadora no Estado do Programa de Controle da Tuberculose, Nardele Juncks, destaca a importância do evento.  “Esta oficina é para capacitar os profissionais e melhorar a rede de atenção social aos pacientes”, afirma Nardele.

A oficina foi ministrada pelos consultores técnicos Lucas Seara e José Carlos Veloso do Programa Nacional de Controle da Tuberculose. O consultor Lucas Seara explica que a oficina irá ajudar a capacitar os profissionais de saúde a lidar com as implicações sociais da tuberculose. “A doença, muitas vezes, está associada à pobreza. Os doentes não têm acesso a determinados direitos, como moradia e alimentação. Essas não são obrigações do profissional de saúde, mas ele pode aprender a articular essas carências e conseguir resultados”, ressalta Seara.

O consultor do Ministério da Saúde elogiou a iniciativa do Estado, e disse que o Comitê para o Controle da Tuberculose em Santa Catarina já nasce com discussões maduras. Por meio de uma parceria entre o Governo do Estado e a sociedade civil, o Comitê está em fase de implantação. O objetivo do comitê é integrar e contribuir para as políticas públicas voltadas ao controle da tuberculose no Estado, principalmente para as populações mais atingidas pela doença, como pessoas com coinfecção tuberculose/HIV/aids, indígenas, pessoas em situação de rua e as privadas de liberdade.


Perfil da tuberculose em Santa Catarina:


  • São 1.800 casos novos por ano;
  • 25% tem relação com o uso de drogas;
  • 20% tem associação com HIV/aids;
  • 13% tem associação com alcoolismo;
  • 5 a 6% tem associação com diabetes.


O que é tuberculose

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa. Causa lesão principalmente nos pulmões. A transmissão se dá por via respiratória, por meio da tosse, fala e espirro. É causada por um microrganismo conhecido como bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). O diagnóstico consiste no exame do escarro para identificação do bacilo da tuberculose, podendo ser realizado em todas as unidades de saúde.

Um terço da população mundial está infectado pelo bacilo, mas apenas pessoas com a imunidade debilitada desenvolvem a doença. Portadores de HIV/aids, diabéticos, usuários de drogas (tabaco, drogas ilícitas e álcool), população carcerária, indígenas e moradores de rua são os mais vulneráveis. A doença é transmitida apenas pelo doente sem tratamento, que pode infectar de 10 a 15 pessoas no período de um ano.

Principais sintomas:

  • Tosse por mais de três semanas, acompanhada ou não de catarro;
  • Febre baixa, geralmente no período da tarde;
  • Suor noturno;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Cansaço ou dor no peito.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SES/MG realiza capacitação para referências de tuberculose


Nos dias 25 e 26 de setembro a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais realizou capacitação para atualizar profissionais das unidades de referência secundária e terciária sobre as novas recomendações para o controle da tuberculose (TB) e da tuberculose drogarresistente (TBDR) e melhor organizar a rede de referências.

O evento foi realizado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais e contou com a participação do coordenador estadual de pneumologia sanitária Edilson Correa de Moura e da Dª Silvana Spindola, da Faculdade de Medicina da UFMG.

Além dos temas essencialmente médicos como diagnóstico, tratamento e discussão de casos clínicos, foram abordadas questões sobre abandono do tratamento e articulação entre a rede assistencial, o serviço social e as referências para tuberculose. 

A gestão de medicamento anti-TB nas referencias também esteve na programação.

Serviço
Capacitação para referências de TB em Minas Gerais
Data: 25 e 26 de setembro
Horário: 8:30 às 17.00 horas
Local: Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

PMCT/ São Paulo e Fundação José Silveira qualificam profissionais médicos e enfermeiros na abordagem clínico -terapêutica

Por Eri Ishi

Dando continuidade à qualificação dos profissionais médicos e enfermeiros da rede de Unidades Básicas de Saúde da cidade de São Paulo (440 UBSs), o Programa Municipal de Controle da Tuberculose de São Paulo, em parceria com a Fundação José Silveira, iniciou neste mês de agosto capacitação na abordagem clínico-terapêutica.

As duas primeiras turmas (1 matutino/ 1 vespertino) tiveram aulas nos dias 10, 24 e fecham a capacitação nesta sexta-feira, 31. Uma terceira turma está prevista para ter aulas nos dias 11 de setembro e 09 e 16 de outubro, no turno da tarde. As capacitações são realizadas na Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA.

A capacitação tem como objetivo  ampliar o diagnóstico e o tratamento precoce dos pacientes com tuberculose e também organizar o Programa de Controle da Tuberculose nas unidades de saúde. Além da parte teórica, todos os cursando devem participar de 3 reuniões clínicas nas quais devem ser apresentados casos das respectivas unidades de saúde.

Com carga horária total de 26h, serão capacitados 210 profissionais (divididos em 3 turmas), de 140 UBSs. Ao fim do curso, todos os participantes deverão apresentar “Relatório sobre a avaliação dos casos de abandono ocorridos no ano de 2011 da Unidade de Saúde” de atuação do profissional.

A exposição participativa está sendo ministrada por:

Dra. Márcia Seiscento, médica pnemulogista Hospital das Clínicas -SP;
Dr. Sidney Bombarda, médico pneumologista / Centro de Vigilância Epidemiológica - SES e coordenador da Referência Terciária AE Tucuruvi;
Dra. Naomi Komatsu, médica Sanitarista, coordenadora do PCT da Cidade de São Paulo;

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PCT/CE realiza mais uma oficina de atualização nas técnicas de aplicação e leitura da prova tuberculínica


De 28 a 31 de agosto, o Programa de Controle da Tuberculose do Ceará (PCT/CE) realiza mais uma Oficina de atualização para enfermeiros nas técnicas de aplicação e leitura da Prova Tuberculínica (PT). A capacitação é uma realização da Secretaria de Saúde do Estado em parceria com a Escola de Saúde Pública e  apoio do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT/MS).

Além de habilitar os técnicos em enfermagem, descentralizando a aplicação e leitura da prova tuberculínica para as unidades básicas de saúde, a oficina busca padronizar as técnicas de aplicação e leitura da PT para enfermeiros (as)  que atuam nos serviços de saúde e atualizá-los sobre os mais diversos assuntos sobre a tuberculose. 

Segundo a coordenadora do PCT do Ceará, Sheila Santiago, a partir destas capacitações busca-se ampliar o acesso de pacientes e familiares à prova tuberculínica e estabelecer uma rede de profissionais aptos para subsidiar as ações de controle da tuberculose e co-infecção TB/HIV. 


Uma terceira turma está prevista para o período de 6 a 9 de novembro. A primeira oficina de atualização foi realizada no mês de julho e capacitou 57 enfermeiros. 

A expectativa do PCT estadual é de atualizar técnicos que realizam PPD, para cobrir, até o final do ano, mais de 80% dos municípios do estado.




quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Inscrições abertas para curso gratuito de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

A Fundação Itaú Social realiza, de 10 de setembro a 26 de novembro, o curso gratuito de Avaliação Econômica de Projetos Sociais nas cidades de Fortaleza, Porto Alegre, Recife (SEPLAG-PE) e São Paulo. 
O curso oferece aos participantes acesso a metodologias e ferramentas específicas para avaliar o impacto de projetos e calcular o retorno econômico para a sociedade. 

Podem participar gestores de projetos sociais de organizações não-governamentais, órgãos governamentais, institutos e fundações empresariais. Os inscritos devem ter experiência no uso de Excel e noções básicas de matemática financeira e estatística. 

Interessados em participar devem se inscrever até o dia 19 de agosto aqui. 

Outras informações em avaliacaoeconomica@itau-unibanco.com.br


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PCT/RJ realiza capacitação para assistentes sociais

Nesta quarta-feira, 15, o Programa Estadual de Controle da Tuberculose realiza capacitação sobre “Tuberculose e benefícios sociais” para assistentes sociais.

O objetivo é sensibilizar aqueles que atuam no controle da tuberculose sobre a importância dos benefícios sociais para o acesso aos serviços e adesão ao tratamento, e os que atuam em outras áreas, como educação e assistência, sobre aspectos gerais da doença.

O evento contará com a apresentação dos resultados da pesquisa: “Inserção dos assistentes sociais nos programas municipais de controle da TB no estado do RJ”.

Além dos aspectos clínicos sobre o tratamento da TB, também serão discutidos temas referentes à importância de uma rede integrada de referência e contra referência, do acesso aos benefícios previdenciários, Programa Bolsa Família, intersetorialidade, entre outros.

Este primeiro encontro é uma bela iniciativa do estado do Rio de Janeiro, visto que trabalhar a intersetorialidade para melhoria do acesso aos serviços de saúde e contribuir para adesão ao tratamento é um dos grandes desafios para os Programas de Controle da Tuberculose.


Vale a pena replicar!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

RJ realiza capacitação em busca do abandono zero no tratamento da tuberculose

Por Carlos Basília

O Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PCT/SES/RJ), em parceria com o Fórum ONGs Tuberculose do Estado do Rio de Janeiro, realizou no dia 27 de julho,  Oficina de Capacitação para Formação de Cuidadores Rumo ao Abandono Zero, dirigida à lideranças comunitárias e ativistas de Organizações Não Governamentais que atuam na prevenção da tuberculose em diferentes pontos do Estado. O evento aconteceu no Hotel Regina, Rio de Janeiro. 

Ao longo dos trabalhos, a equipe técnica do PCT e convidados, expuseram uma série de indicadores sobre o atual quadro da tuberculose e sua coinfecção com o HIV/aids, instrumentalizando-os quanto às estratégias a serem adotadas na interlocução, acompanhamento e suporte de pessoas afetadas pela tuberculose, visando incentivá-las no processo de tratamento e evitar o abandono. 

Já na mesa de abertura; foi destacado, tanto pela coordenação do PCT, como pelas demais representações; a importância estratégica de ações articuladas entre os profissionais de saúde e lideranças comunitárias locais, de forma a cobrir eventuais lacunas no processo, garantir a adesão e continuidade ao tratamento e a adoção de medidas preventivas e profiláticas nas áreas de maior incidência epidemiológica.

Outra questão que mereceu destaque pelos palestrantes, foi a necessidade de uma formação acadêmica dos profissionais de saúde, nas mais diferentes especialidades, a partir de uma lógica da estratégia de Saúde da Família, com vistas àquilo que se convencionou chamar de “prevenção primordial”. 

Nas falas das lideranças comunitárias ficou evidente, as dificuldades encontradas na ponta, desde o diagnóstico precoce dos casos de tuberculose, a realização dos exames exigidos, acesso aos benefícios legais que esses pacientes têm direito e até mesmo ao tratamento.




sexta-feira, 20 de julho de 2012

RJ realiza capacitação em busca do abandono ZERO no tratamento da tuberculose

No dia 27 de julho, será realizada, no Rio de Janeiro, a oficina “Formação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO” que tem como objetivo capacitar representantes das organizações da sociedade civil, ativistas e lideranças comunitárias na busca ativa de sintomáticos respiratórios e/ou casos de pacientes faltosos, bem como o acompanhamento do paciente com tuberculose em tratamento supervisionado.

Durante a oficina serão abordados temas relacionados à direitos sociais e acesso aos serviços, tratamento diretamente observado (TDO) e o esquema 4 em 1, biossegurança, coinfecção TB/HIV e tuberculose em pacientes com diabetes, doenças hepáticas e/ou usuário de álcool e outras drogas. Tudo sob uma ótica comunitária.

A partir desta capacitação busca-se fortalecer as redes de apoio social aos pacientes, incentivando a participação e o controle social na construção de ações educativas e preventivas. O evento é uma realização do Programa de Controle da Tuberculose da Secretaria de Estados de Saúde do Rio de Janeiro PCT/SES/RJ em parceria com o Fórum ONGs Tuberculose RJ. 

PROGRAMAÇÃO

08:30 h - Recepção - Café da manhã

09:00 h -Abertura:
Alexandre Chieppe, superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental SES/RJ
Miguel Aiub,  diretor CRPHF
Carlos Basilia  representante Fórum ONGs TB/ObservatórioTB)
Ana Alice Bevilaqua, gerente de Pneumologia Sanitária PCT/SES/RJ

09:30 h -Tuberculose: acesso da população. Como? Onde? E por que?
Luciane Blanco e Maíra Guazzi (SMSDC-RJ)

10:05 h - Esquema Básico (4 em 1) e o Tratamento Diretamente Observado (TDO)
Maria José Fernandes (SMS/PCT/Itaboraí)

10:45 h -A coinfeção TB/ HIV – Um olhar comunitário
Juan Carlos Raxach (ABIA)

11:25 h -A Tuberculose em pacientes com tabagismo, diabetes, doenças hepáticas- Usuário de álcool e drogas
Adriana Sindra (PCT/SES/RJ)

12:10 h - Almoço

13:30 h -Biossegurança da Tuberculose – Em casa e no Trabalho
Marneili Martins (PCT/SES/RJ)

14:00 h - Direitos sociais
Amanda Pinheiro (PCT/SES/RJ)

14:30 h - O papel do Cuidador
Cristina Castelo Branco (FG), Marneili Martins (PCT/SES/RJ e Maíra Guazzi (SMSDC-RJ)

16:30 h - Encerramento – Lanche


Serviço
Formação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO
Dia: 27 de julho de 2012
Local: Hotel Regina – Rio de Janeiro- RJ
Horário: 8h30 às 16h30

Para mais informações:
tuberculose@saude.rj.gov.br
forumongstbrj@yahoo.com.br



quarta-feira, 18 de julho de 2012

No Piauí, idosos participam de capacitação sobre hanseníase e tuberculose

Do acessepiaui

Promover ações educativas de reflexão para fortalecer a prevenção e o controle dos agravos de Hanseníase e Tuberculose. Este é o intuito da capacitação realizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), da Prefeitura de Teresina, com os idosos do Centro de Convivência da Terceira Idade (CCTI). O curso teve início nesta segunda-feira (16), e segue até o dia 3 de agosto, das 14h às 18h, no Centro de Convivência.

Divididos em 15 grupos diferentes, os 1.200 idosos que participarão da formação serão orientados sobre os métodos de prevenção e controle destas doenças, para que dessa forma, tornem-se multiplicadores no processo do combate às enfermidades.

De acordo com o enfermeiro da Gerência de Epidemiologia da FMS, Francisco Formiga, ações como essa representam um grande avanço no controle do agravo. “Esses idosos que serão capacitados poderão levar essas informações para outras pessoas, tirando dúvidas e colaborando para acabar com o preconceito contra os pacientes”, explica.

O enfermeiro ainda esclarece que tanto a Tuberculose quanto a Hanseníase são agravos que podem ser tratados e são doenças curáveis. A Tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões e o seu tratamento dura, em média seis meses. 

Já a Hanseníase, é uma doença infecciosa, crônica que tem como sintomas manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade.

“Para diagnosticar a hanseníase, o procedimento é simples, basta a análise clínica e somente em alguns casos, é necessário uma análise laboratorial. O tratamento  dura em média de seis a 12 meses e, quando feito de maneira ininterrupta, leva à cura do paciente” , destaca Francisco Formiga.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Sesap e Lacen capacitam técnicos e bioquímicos para agilizar diagnóstico de tuberculose no RN

Por O mossoroense

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte Dr. Almino Fernandes (Lacen) e a II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap) realizam dia 19 de julho, das 8h às 17h, no auditório da unidade em Mossoró, "Capacitação para Organização da Rede de Laboratório no Diagnóstico em Tuberculose" para técnicos, bioquímicos, enfermeiros e coordenadores regional e municipal do Programa de Controle da Tuberculose. O evento reunirá 110 pessoas.

Estarão presentes ao evento a diretora técnica do Lacen-RN, Gorete Lins, a diretora do Laboratório Regional de Mossoró (Larem), Taciana Duarte, a responsável pela rede de laboratórios para controle da tuberculose do RN, Zélia Guedes, a coordenadora da equipe técnica da II Ursap, Xênia Pinto Lima, e a coordenadora regional do Programa de Controle da Tuberculose da II Ursap, Cícera Dantas.

Segundo a responsável pela Rede de Laboratórios para Controle da Tuberculose no RN, Zélia Guedes, serão discutidos no evento a implantação da baciloscopia no cenário nacional, o protocolo da descentralização da baciloscopia no RN, a importância do controle de qualidade das lâminas de tuberculose e condições mínimas do laboratório.

O Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen) tem como missão realizar análises laboratoriais com qualidade e precisão para garantir o diagnóstico de agravos e a avaliação de produtos e recursos ambientais que impactam na saúde pública, produzindo informações de interesse dos órgãos de Vigilâncias em Saúde e Meio Ambiente. 

Notificados
"De janeiro a 16 de julho foram notificados 123 casos de tuberculose nos 26 municípios da II Ursap, sendo 78 casos no município de Mossoró", informa a coordenadora regional do Programa de Controle da Tuberculose da II Ursap, Cícera Dantas.

SES da Paraíba oferece curso para aumentar capacidade de diagnóstico da tuberculose

Por Secom/PB

Dados acumulados de 2010 e 2011 mostram que na Paraíba há 2.868 doentes de tuberculose. Entretanto, esse número pode ser maior, haja vista a deficiência do diagnóstico pela baciloscopia, exame atualmente disponibilizado pelo SUS, e feito a partir da análise de amostras de secreção.

Com a preocupação de fortalecer os conhecimento para o correto diagnóstico da tuberculose, o Laboratório Central (Lacen) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) está oferecendo uma oficina de avaliação em diagnóstico da turberculose para a rede de laboratórios. A capacitação ocorre nestas terça-feira e quarta-feira (17 e 18) no auditório da 6ª Gerência Regional de Saúde, em Patos.

Foram convidados para a capacitação coordenadores de vigilância epidemiológica, apoiadores de tuberculose, integrantes da atenção básica, técnicos de laboratórios, gerentes e apoiadores dos 24 municípios que compõem a 6ª GRS. A oficina será ministrada por Lúcia Cristina e Marta Brasileiro, ambas do setor de bacteriologia e da tuberculose do Lacen.

Os participantes irão trabalhar na identificação do sintomático respiratório (pessoa que apresenta tosse por mais de três semanas); realizar o diagnóstico precoce por baciloscopia e iniciar o tratamento imediato. Na programação consta a identificação da situação epidemiológica da tuberculose na Paraíba, como também dos municípios representados no evento que faz parte do plano de educação permanente do Governo do Estado. Por fim será feito o cálculo das metas programadas para 2012.

Os números identificados serão importantes para confrontar com as previsões do Ministério da Saúde e orientar as campanhas preventivas e de busca ativa por pacientes. Na região de Patos existem 28 pessoas recebendo tratamento da tuberculose, 20 delas nesta cidade.

Na quinta-feira (19), à tarde, haverá uma visita técnica de monitoramento ao laboratório do Centro de Saúde Frei Damião, de Patos, e na manhã de sexta-feira (20) visita ao laboratório municipal de Santa Luzia.

Municípios que participarão da capacitação: Patos, Cacimbas, Cacimba de Areia, Catingueira, Desterro, Emas, Junco do Seridó, Mãe D´água, Malta, Matureia, Passagem, Quixaba, Patos, Santa Luzia, Condado, Salgadinho, Santa Terezinha, São José de espinharas, São José do Sabugi, São Mamede, São José do Bonfim, Teixeira, Várzea e Vista Serrana.

Sintomas da tuberculose – Tosse com secreção, febre (mais comumente ao entardecer), suores noturnos, falta de apetite, emagrecimento, cansaço fácil e dores musculares. Dificuldade na respiração, eliminação de sangue (hemoptise) e acúmulo de pus na pleura pulmonar são característicos em casos mais graves.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

MS realiza Capacitação em Manejo Clínico e TDO para os Profissionais de Saúde Indígena


Começou, nesta quarta-feira, em Brasília, Capacitação em Manejo Clínico e Tratamento Diretamente Observado (TDO) para os Profissionais de Saúde Indígena. Durante 3 dias, serão capacitados 68 profissionais dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país.

O evento é uma realização do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT/MS), em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e tem como objetivo garantir que os profissionais de saúde indígena sejam capazes de suspeitar e diagnosticar clinicamente a tuberculose, solicitar os exames indicados e conduzir adequadamente o tratamento até a cura.

Participaram da cerimônia de abertura, a representante da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), Cleocy Mendes, o representante da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) Alfonso Gnecco e o coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde (PNCT/MS), Draurio Barreira.

Segundo Gnecco, a saúde dos povos indígenas é prioridade para a Organização Mundial de Saúde (OMS). Assim, parabenizou o PNCT pela articulação junto à SESAI para o controle da tuberculose entre povos indígenas. 

Draurio explicou que "gestão exige prioridade". Desta forma, as populações vulneráveis têm sido prioridade para o programa, visto que ao se trabalhar o controle da doença nessas populações, que englobam maior incidência, maior o impacto no controle da tuberculose no país. É o caso das populações indígenas, aqueles que vivem em situação de rua, em situação de pobreza extrema, os privados de liberdade (PPL), e os que vivem com HIV/AIDS. 

Em 2010 a taxa de incidência de tuberculose entre os povos indígenas foi de 95,5 por 100.000 habitantes. Um número três vezes maior se comparado à população geral.

Com o objetivo de fortalecer as ações de controle da tuberculose entre os povos indígenas foram priorizados 67 municípios, em todo o território nacional, que são responsáveis por 80% dos casos novos de tuberculose notificados entre os povos indígenas residentes em áreas rurais.

Draurio destacou a importância desta capacitação, visto que a saúde indígena possui particularidades muito específicas, principalmente no que diz respeito à atenção e ao acesso. “O objetivo desse curso é justamente qualificar a atenção básica e ampliar o acesso, melhorando o diagnóstico, o tratamento e a assistência”. Além disso, ressaltou que o programa está disponível para apoiar e articular capacitações como esta junto aos estados e municípios para responder às necessidades em nível local.

Teste rápido

O coordenador do PNCT atualizou os participantes sobre as novas propostas de diagnóstico e novos esquemas terapêuticos que estão sendo estudados, com destaque ao teste rápido para tuberculose (GeneXpert) que se encontra em fase de teste nos estado do Rio de Janeiro e do Amazonas. 

No entanto, ponderou que "a implantação de um novo teste de diagnóstico vem para agregar, e não para substituir os outros testes como a baciloscopia e a cultura. Afinal, é preciso analisar qual método funciona melhor em cada região".


terça-feira, 10 de julho de 2012

Plano garante ações para população em situação de rua

Por Ubirajara Rodrigues, da Agência Saúde

A Comissão Intergestores Tripartite (CIT) pactuou o Plano Operativo para implementar ações que assegurem atenção integral à saúde da população em situação de rua. O documento, elaborado em parceria com o Movimento Nacional da População de Rua, servirá de base e ponto de partida para iniciativas e medidas que garantirão o acolhimento adequado dessa população no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as principais diretrizes do documento estão: a inclusão nos Conselhos de Saúde para o fortalecimento do controle social e a capacitação dos profissionais das unidades de saúde, desde a atenção básica até as urgências e emergências. 

Maria Lúcia Santos Pereira, coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua, comemorou a pactuação do Plano Operativo na CIT. “É realmente um momento único e histórico”, destacou a coordenadora, que garante que vai acompanhar a implementação do Plano e participar de reuniões e debates sobre o assunto nos conselhos de saúde. “Há dois anos lutamos por isso e agora temos a pactuação na Comissão Tripartite. Com isso, a população em situação de rua passa a ter visibilidade”. Para ela, a partir do Plano, os municípios vão ter que começar a atender as necessidades dessa população. 

Dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República revelam que, em 2007, havia cerca de 50 mil moradores de ruas em 12 capitais, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. O estudo foi feito pela contagem dos moradores, por isso não pode ser considerado um censo, o que indica que o número pode ser maior. 

O secretário de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), Odorico Monteiro, afirmou que este é um passo importante para consolidar a posição da República quanto ao acolhimento dessa população, em especial no SUS, além de fortalecer a cidadania. “Essa realidade existe em todos os países do mundo e, no Brasil, o crack tem contribuído para aumentar a população de rua”, salienta o secretário. 

Para Monteiro, cada cidade onde existam moradores de rua deve usar o plano para organizar o atendimento na rede pública. “Devemos vincular esse atendimento aos vários programas existentes”, diz Monteiro, referindo-se a programas como o de DST/Aids, controle de tuberculose e hanseníase, entre diversos outros. 

Já o secretário de Atenção à Saúde (SAS), Helvécio Miranda, ressaltou que “a população em situação de rua exige um olhar diferenciado”. Ele defende também a busca pelo financiamento para implementar ações na Atenção Básica. 

MS realiza Capacitação em Manejo Clínico e TDO para os Profissionais de Saúde Indígena


De quarta (11) a sexta-feira (13), será realizada em Brasília a Capacitação em Manejo Clínico e Tratamento Diretamente Observado para os Profissionais de Saúde Indígena, para fortalecer e apoiar as ações de controle da tuberculose desenvolvidas pelos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país.

O evento é uma realização do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT/MS), em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e tem como objetivo garantir que os profissionais de saúde indígena sejam capazes de suspeitar e diagnosticar clinicamente a tuberculose, solicitar os exames indicados e conduzir adequadamente o tratamento até a cura.

Com isso pretende-se sistematizar o trabalho dos profissionais de saúde indígena nos aspectos clínicos e epidemiológicos da tuberculose, com foco no fortalecimento do tratamento diretamente observado (TDO), buscando a redução do abandono, da recidiva, falência e tuberculose resistente, para garantir a adesão e um tratamento bem-sucedido.

Serão capacitados dois profissionais de saúde por Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) totalizando a capacitação de 68 profissionais.


Serviço:
Capacitação em Manejo Clínico e Tratamento Diretamente Observado para os Profissionais de Saúde Indígena
Data: 11, 12 e 13 de julho
Horário: 9h às 18h.
Local: Manhattan Plaza Hotel, Setor Hoteleiro Norte, Quadra 02, Bloco A, Brasília-DF


sexta-feira, 22 de junho de 2012


Centro Estadual de Vigilância em Saúde promove encontro sobre tuberculose


Fonte: SES

O Encontro Estadual Anual dos Programas de Tuberculose 2012 - Avaliação e Fluxos, promovido pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) da Secretaria Estadual da Saúde (SES), foi aberto nesta quarta-feira (20), no Auditório do Hospital Sanatório Partenon, em Porto Alegre. O objetivo do encontro é debater a situação epidemiológica e a política de controle de tuberculose no Brasil e no Rio Grande do Sul. 

O evento é direcionado para as 19 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs) e para os 15 municípios prioritários no controle da doença. O secretário adjunto da SES, Elemar Sand, destacou a importância da participação das CRS para o fortalecimento da rede no Sistema Único de Saúde. "Muitos diagnósticos de tuberculose ainda são feitos nos hospitais e devem ser realizados na atenção básica. As Coordenarias são a porta de entrada para as secretarias municipais, assim como as Unidades Básicas de Saúde devem ser a porta de entrada para o cidadão". 

Estiveram também presentes na abertura da atividade o Diretor do Departamento de Coordenação dos Hospitais Estaduais, Antonio Fernandes e a Coordenadora do Programa de Controle da Tuberculose no Estado e Diretora Técnica do HSP, Carla Jarczewsk, que apresentou os dados da tuberculose como quarta causa de mortes por doenças infecciosas e primeira causa de morte dos pacientes com AIDS no País.

O evento que se estende até esta quinta-feira, 21, proporcionará a capacitação de recursos humanos para a rede com reuniões técnicas multidisciplinares com avaliação de casos da doença nos pacientes das alas feminina e masculina do Sanatório Partenon, sob ponto de vista clínico que fundamenta a decisão terapêutica.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Rio Largo realiza Curso de atualização sobre busca ativa e combate à tuberculose para médicos do PSF




Fonte: Alagoas 24h

Médicos da Estratégia de Saúde da Família (PSF) do município de Rio  Largo participaram, na manhã desta quarta-feira, de uma atualização sobre busca ativa, diagnóstico e tratamento de pessoas com tuberculose. A capacitação foi solicitada pela secretaria municipal de Saúde, por recomendação da prefeita Fátima Correia – que também é médica – em função da situação do município em relação à doença.

 Segundo dados apresentados por Ednalva Araújo, da vigilância epidemiológica estadual, o município de Rio Largo é considerado prioritário, por apresentar índices preocupantes em relação à doença, não só no que diz respeito ao número de casos, mas também nos índices de cura, que têm se apresentado abaixo do que é preconizado pelas organizações de saúde, que seriam de pelo menos 80%.

“Em Rio Largo tem ficado abaixo de 70%. Teve ano que registrou 55%. Isso acontece porque muita gente abandona o tratamento, antes de completar os 6 meses, que é o tempo necessário para acura”. Ela disse que o município tem apresentado uma média de 40 casos de tuberculose identificados por ano, e que para 2012 a meta seria identificar 55, porém, até agora – no meio do ano – apenas 19 foram detectados, o que pode ser um forte indício de subnotificação. “Isso não indica, necessariamente, que o número de casos diminuiu. Significa apenas que eles não estão sendo identificados como deveriam”, afirma ela.

Ednalva reforçou a necessidade de redobrar as atenções no acompanhamento e a importância de que os profissionais estejam sempre atualizados para fazer a busca ativa e o diagnóstico precoce, e também para esse acompanhamento durante o tratamento da doença. Ela destacou também a importância do empenho do gestor municipal para garantir o suporte do município, já que, segundo ela, 90% das ações relacionadas à tuberculose dependem da atenção básica.

“Todas as ações que estiveram ao alcance da nossa gestão, para promover a saúde da população, nós vamos fazer”, garantiu a prefeita Fátima Correia.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

SEAP e SES capacitam equipes de saúde penitenciária


Governo da Paraíba

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), por meio da Gerência de Saúde Penitenciária, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), realiza hoje e amanhã, no auditório do Hospital Clementino Fraga, uma capacitação em tuberculose voltada aos profissionais de saúde penitenciária. A intenção é melhorar a qualidade da assistência prestada aos apenados no que diz respeito ao diagnóstico precoce, controle de comunicantes e tratamento adequado da doença.

Participarão da capacitação profissionais das nove equipes de saúde penitenciária. A ação tem o apoio das áreas técnicas da SES, Vigilância em Saúde e Atenção à Saúde.

A iniciativa faz parte do projeto “Cidadania é Liberdade”, que promove ações de educação, trabalho, cultura e saúde voltadas para a ressocialização dos detentos do sistema prisional paraibano.

Na programação estão previstas discussões sobre a situação epidemiológica do estado, o diagnóstico oportuno dos casos de tuberculose mediante a investigação dos sintomáticos respiratórios e o tratamento diretamente observado (TDO). No segundo dia, serão debatidas questões referentes ao manejo clínico e à atenção à saúde no presídio com apresentação de experiência local.