Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Programa Nacional de Controle da Tuberculose divulga Processo de Seleção de Pesquisa para o TRM-TB

A “Rede de Teste Rápido para Tuberculose no SUS” (RTR-TB) encontra-se em sua etapa final de implantação. Conforme planejado, nessa etapa o Programa Nacional estaria disponibilizando alguns equipamentos (GeneXpert® com 4 módulos) e/ou cartuchos (Xpert MTB/Rif®) em apoio a iniciativas de pesquisas. Essas pesquisas devem estar voltadas a ampliar o conhecimento científico do desempenho do “Teste Rápido Molecular para Tuberculose” (TRM-TB) nos diversos aspectos relacionados ao controle da tuberculose no Brasil e mesmo em outros países.

Para ter acesso ao documento com detalhes sobre a elaboração de propostas de pesquisa (“Seleção de Propostas de Pesquisa Envolvendo o Teste Rápido Molecular para Tuberculose  no SUS”) assim como o “Formulário de submissão no FormSUS” basta clicar no link. Em caso de dúvidas, consultar a equipe do PNCT no endereço de email: tuberculose@saude.gov.br ou pelo telefone (061) 3213 8234.

O PNCT irá receber propostas até o dia 15 de setembro de 2014.

O diagnóstico da tuberculose é uma das principais prioridades do PNCT e a implantação da RTR-TB do Brasil, que já está entre as maiores do mundo, deverá aperfeiçoar em muito a atenção à tuberculose no país.

Uma oportunidade a ser amplamente compartilhada!

Para acessar a lista de Laboratórios da Rede de Teste Rápido para Tuberculose - SUS - Agosto 2014, clique aqui.

Maiores informações, clique aqui.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Estratégia global de tuberculose pós 2015 é aprovada


Após a manifestação de 54 países, a "Estratégia global e metas para a prevenção, atenção e controle da tuberculose pós-2015" foi aprovada na Assembléia Mundial da Saúde, nesta segunda-feira. Isto significa que o mundo acordou uma estratégia para acabar com a tuberculose como uma pandemia - reduzindo a incidência para menos de 10 casos por 100.000 habitantes e a mortalidade em 95% até 2035. 

Devido à experiência em cobertura universal por meio do Sistema Único de Saúde e às propostas de proteção social para o enfrentamento da tuberculose, o Brasil foi protagonista na construção desta nova estratégia, sendo escolhido para apresentá-la na Assembleia Mundial de Saúde. 

Baseada em três pilares, a nova estratégia amplia as ações de controle da doença, valorizando as ações de inovação e a incorporação de novas tecnologias, incluindo ações de proteção social aos pacientes, recomendando o acesso universal à saúde e estabelecendo metas arrojadas a serem atingidas.

O desafio é enorme: aumentar a redução de novos casos, que hoje vem caindo 2% ao ano, para mais de 10% ao ano, durante os próximos vinte anos. (É difícil até falar!)

Para isso, a OMS continuará a desenvolver e atualizar a orientação normativa e a política global para a prevenção, cuidado e controle da tuberculose, à luz de novas evidências e inovações. Os Estados-Membros terão suporte para desenvolver indicadores, etapas e metas - nacionalmente apropriados - para contribuir para o alcance local e global da meta em 2035.

A OMS também irá promover o desenvolvimento de pesquisas para diagnóstico, tratamento e vacinas, buscando melhorar a eficácia daquilo que já existe e estimular o desenvolvimento e a absorção de possíveis inovações.

Além disso, o próximo plano de cinco anos da Stop TB Partnership (2016-2020) deve definir a direção para se alcançar as metas propostas nesta estratégia. Juntas, a OMS e a Stop TB Partnership irão trabalhar no desenvolvimento do plano de investimento global, e, quando necessário, buscar novos parceiros, dentro e fora do setor da saúde, a fim de implementar a nova estratégia.

A tuberculose no Brasil

Em 2012, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou que o Brasil alcançou a meta de reduzir pela metade a taxa de mortalidade por TB quando comparada a 1990. Em 2011, o número de óbitos foi cerca de 4.600, o que corresponde a 2,4 óbitos por 100 mil habitantes. Ainda assim, o país ainda não atingiu as metas de cura e de redução do abandono preconizadas pela OMS.

Em 2012, o Brasil curou 71,6% dos casos de tuberculose, quando o preconizado pela OMS é de, no mínimo, 85%. Quanto ao abandono do tratamento, o país tem proporção de 10%, quando o aceitável é de 5%.

Segundo a nova classificação da OMS para a epidemia de tuberculose, o Brasil não possui mais uma epidemia generalizada, mas uma epidemia concentrada em algumas populações como as pessoas que vivem em situação de rua, os privados de liberdade, a população indígena e aqueles que vivem com HIV. 

Por essa razão, o coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), Draurio Barreira, sempre procura enfatizar a necessidade de se pensar em estratégias especificas para o enfrentamento da doença nessas populações.

Para ele, as articulações intersetoriais são fundamentais para garantir os direitos das pessoas com tuberculose e contribuir para a adesão ao tratamento a partir do recebimento de benefícios sociais e do acesso a programas já existentes, diminuindo a taxa de abandono e conseqüentemente a incidência de manifestações resistentes. 

"No Brasil, temos avançado na luta contra os determinantes sociais da tuberculose. Muitos estados e municípios já oferecem algum tipo de suporte social durante o tratamento da doença, como ticket alimentação e vale transporte", explicou.

Reconhecendo a necessidade de respostas multissetoriais, o país tem discutido e elaborado propostas na área de proteção social para o enfrentamento da tuberculose, por meio de parcerias intersetoriais. É o caso da criação da Frente Parlamentar de Luta contra a Tuberculose (2012) e o estabelecimento de uma Comissão Especial do Congresso Nacional destinada a analisar e diagnosticar a situação em que se encontram as políticas de governo relacionadas às doenças determinadas pela pobreza (2013), ambas as iniciativas inserem a temática da tuberculose na agenda do parlamento brasileiro.

Também merece destaque a construção do plano de ações conjuntas entre Saúde e Assistência Social em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Nessa agenda está inclusa a discussão sobre o componente de proteção social para as pessoas com tuberculose. O objetivo é ampliar o debate sobre a doença e introduzir novas abordagens para o controle da tuberculose no Brasil.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

IV Encontro de Pesquisa e Inovação em Tuberculose da Bahia subsidia Subcomissão de doenças relacionadas à pobreza

De 24 a 26 de julho foi realizado, em Salvador, o IV Encontro de Pesquisa e Inovação em Tuberculose na Bahia. O evento, que reuniu especialistas nacionais e internacionais, trouxe importantes contribuições sobre determinação social da tuberculose com destaque à necessidade de se fortalecer parcerias e fomentar novos estudos e pesquisas. Prevenção e diagnóstico também não ficaram de fora do debate.

Durante a cerimônia de abertura a subsecretaria estadual de saúde, Maria Lucia Rocha, destacou que o maior desafio é ampliar a cura em Salvador. “Temos uma elevada incidência de TB na nossa capital principalmente nas populações vulneráveis como população vivendo em situação de rua e TB-HIV. Iniciativas como esta são importantes para juntos reduzirmos essa doença em nosso estado. Sabemos, por exemplo, que a Atenção Básica é a porta de entrada. No entanto, contamos com uma cobertura tímida de 28% da estratégia saúde da família. Precisamos ampliar a cura, busca ativa e diminuir o abandono. Ampliar as parcerias com a sociedade civil e outros setores. E, mais do que nunca, precisamos reduzir o tempo de tratamento”.

Para o pesquisador e professor do Instituto de Saúde Coletiva (ISC), Maurício Barreto, nas últimas décadas houve avanços no que se refere a diagnósticos e novos medicamentos. No entanto, destacou que a melhoria das condições sociais foi fundamental nesse processo. “As pesquisas são fundamentais para avaliação das políticas publicas em saúde”, pontuou.

Segundo Eduardo Mota, do ISC, o evento contou com a participação de representantes de três níveis de governança. “Eventos como esse devem subsidiar as ações dos serviços, os planos governamentais.O fato de estarmos realizando este IV encontro mostra a nossa persistência em discutir o tema”.

Na ocasião, o coordenador da Frente Parlamentar de luta contra a Tuberculose, o deputado federal Antônio Brito (PTB-BA), discorreu sobre os dados preliminares da Subcomissão de doenças relacionadas à pobreza, instalada em março no Congresso Nacional.

Brito relatou breve histórico da Frente Parlamentar que, em menos de dois meses de formação, já havia aprovado a emenda ao artigo 51 da Lei de Diretrizes Orçamentárias 2013, que desvincula a obrigatoriedade de detenção do CEBAS para a liberação de recursos para as organizações não governamentais. "Agora temos dois novos desafios: buscar recursos para investir em pesquisas e em ações da sociedade civil para o controle da tuberculose".

Para isso, a Frente Parlamentar articulou dentro do Congresso Nacional a formação de uma Subcomissão especial para fazer um diagnóstico das ações voltadas para as doenças relacionadas à pobreza.

A primeira audiência pública para subsidiar a Subcomissão aconteceu na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e teve como objetivo ouvir a sociedade civil. A segunda está prevista para acontecer no dia 13 de agosto, em Brasília, na qual instituições governamentais serão ouvidas.

“Dada a relevância da UFBA que já está em seu IV encontro de pesquisadores, tudo o que for dito no encontro também será utilizado como subsidio para a subcomissão. Na primeira quinzena de setembro devemos apresentar o relatório final. Por isso, precisamos ouvir a comunidade científica para que sejam tomadas providências relacionadas aos desafios enfrentado pelos pesquisadores no Brasil”, enfatizou.

Segundo o deputado, o Brasil provou que é possível articular tecnicamente e politicamente para o enfrentamento desta doença. "É importante levar dados e informações sobre TB para o Parlamento, para que este possa se articular e apresentar projetos de lei que favoreçam os doentes" incentivou. 

Além disso, pesquisadores do evento se organizaram para construir um documento para ser incluído no relatório da Subcomissão.

Conferência José Silveira

Após a cerimônia de abertura, o pesquisador e ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Paulo Buss, iniciou o ciclo de seminários com a Conferência José Silveira onde discorreu sobre os macro determinantes sociais como os principais desafios para a promoção da saúde. 

"O movimento de mal estar social que tem levado a tantas manifestações difusas não deixam de refletir, a meu ver, o processo de determinação social. Esse mal vem da compreensão difusa que a sociedade tem sobre isso”, destacou.

Para ele, articulação intersetorial é fundamental para garantir os direitos das pessoas com tuberculose, promovendo a efetividade do tratamento e a superação das desigualdades em saúde. 

Buss parabenizou o Programa Nacional de Controle da Tuberculose pela inclusão de um capitulo sobre Comunicação Advocacy e Mobilização Social (CAMS) no Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil. “Apesar de pequeno (o capítulo), é um avanço”. 

Representantes do PNCT sinalizaram que a temática será aprofundada na segunda edição do material a partir das experiências e ações desenvolvidas desde o lançamento da primeira edição em 2011. Ressaltou-se também a criação de uma nova área no Programa voltada especialmente para tratar das questões relacionadas ao acesso aos serviços e às populações mais vulneráveis à tuberculose.

Homenagem a José Silveira

Além de dar nome à conferência de abertura do IV Encontro, José Silveira também foi homenageado em palestra ministrada por Mauricio Barreto.

Cientista de projeção internacional, José Silveira é considerado um dos principais precursores da luta contra a tuberculose no Brasil. Ele foi o responsável pela criação do Instituto Brasileiro para Investigação de Tuberculose (IBIT), entidade de caráter científico-cultural, sem finalidade lucrativa e que se destina ao ensino, à pesquisa e à assistência médico-social, no amplo sentido. A Fundação é considerada referência na luta contra a tuberculose no estado da Bahia.

“Uma trajetória exemplar que mistura pesquisador, um dos mais aguçados e periódicos de seu tempo, professor e construtor. Elegeu o IBIT para ser sua base para produção cientifica na luta contra a TB. Um esforço pessoal. A principal característica dele? Ser múltiplo”, destacou Barreto.

Ao final do evento a Fundação José Silveira concedeu premiações aos melhores trabalhos apresentados. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

IV Encontro de Pesquisa e Inovação em Tuberculose na Bahia

De 24 à 26 de julho será realizado, em Salvador, o IV Encontro de Pesquisa e Inovação em Tuberculose na Bahia. O objetivo é promover a troca experiências que favoreçam melhor atuação frente aos determinantes sociais perpetuadores da tuberculose, incentivando o apoio às pesquisas e à articulação entre os Programas de Controle da Tuberculose e as instituições de pesquisa.

Na programação, estão previstas palestras, mesas-redondas, conferências e apresentação de pôsteres de estudantes de pós-graduação e de profissionais de serviços de saúde. Inscrições e submissão de resumos podem ser realizados até quinta-feira, 27 de junho.

Além dos determinantes sociais, serão discutidos avanços na prevenção e diagnóstico da tuberculose e estudos sobre redes sociais. O evento contará com a participação de palestrantes internacionais, para fortalecer o intercâmbio do conhecimento e estabelecer parcerias para estudos e pesquisas.

Para a programação completa, clique aqui.



Após revisão pela Comissão Científica, os autores serão informados da aceitação do trabalho via e-mail a partir do dia 1º de julho.


Serviço

IV Encontro de Pesquisa e Inovação em Tuberculose na Bahia
Data: 24 à 26 de julho de 2013
Horario: 8h às 18h
Local: Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia 











segunda-feira, 13 de maio de 2013

Técnicos do PNCT participam de reunião ordinária do Comitê de Tuberculose do Ceará

Na ultima sexta-feira, 10, técnicos do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) participaram de reunião ordinária do Comitê de Tuberculose do Ceará. A reunião contou com a participação de 30 membros do Comitê que representavam, em sua maioria, instâncias governamentais - municipais e estaduais - dentro e fora do setor saúde. 

Segundo a coordenadora do Programa de Tuberculose do Ceará, Sheila Santiago, toda reunião do comitê se inicia com a leitura da Missão, para fortalecer a importância deste espaço e o significado das ações realizadas. Na pauta da reunião estavam previstas a leitura da ata da última reunião para concordância e assinatura de todos os membros, bem como o monitoramento do plano de ações e informes gerais. 

O plano de ação do Comitê do Ceará é dividido em área de diagnóstico e laboratório, área de gestão e área de mobilização. Todas as ações incluem a participação de pelo menos um membro do governo e um da sociedade civil. Dentre as ações destacam-se: 

  • Capacitação de agentes prisionais por meio da articulação com a Secretaria de Segurança Pública para que inspetores e delegados sejam capazes de perceber os sintomas da tuberculose; 
  • Articulação com o sistema de transporte para fixação de cartazes da campanha em ônibus;
  • Articulação com a deputada estadual Eliane Novais e o deputado federal Chico Lopes para a criação da Frente Estadual de luta contra a tuberculose na Assembleia Legislativa; 
  • Promoção de atividades educativas em faculdades e escolas profissionalizantes;  
  • Inclusão de uma jornalista como membro do Comitê para contribuir com ações em comunicação; 
  • Atualização em prova tuberculínica nos SAES; 

Os membros do comitê acompanham a execução de cada uma das ações previstas no plano desenvolvido no início de cada ano. A institucionalização do comitê por meio de portaria possibilitou a sustentabilidade técnica, política e financeira do Comitê, no que diz respeito à manutenção das atividades e dos instrumentos necessários para a execução das reuniões, como provisão de local devidamente equipado e lanches.

No entanto, com o fim do Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil e o corte de recursos para as ações do movimento social, houve esvaziamento de membros da sociedade civil. No Ceará, a reunião contou com a participação de apenas três representantes: a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/aids do Ceará (RNP=+/CE), o Fórum ONGs AIDS e a Associação de Amparo aos Pacientes com Tuberculose – APTU.

De acordo com a representante da APTU Angina Bandeira Gondim, a  maioria dos ativistas não tem recursos para bancar transporte e ações de controle social.  

Esse tem sido um problema recorrente nos comitês visitados, com exceção do Comitê Estadual do Amazonas que conta com a forte participação da sociedade civil mas pouca adesão dos secretários e coordenadores locais. 

Pesquisa em Pauta

Durante a reunião do comitê, a enfermeira Cheila Lima Maia apresentou sua tese de mestrado: um estudo de prevalência da Infecção Latente da Tuberculose (ILTB) entre os alunos de medicina e enfermagem na Universidade Federal do Ceará (UFC) e avaliação dos conhecimentos destes alunos sobre a tuberculose. 

O estudo mostrou que os profissionais de saúde não se reconhecem como vulneráveis ao bacilo. Os alunos tiveram sucesso em apenas 50% das perguntas básicas sobre tuberculose, apontando, dentre outros problemas, o desconhecimento referente às medidas de biossegurança. 

O estudo considerou ainda a situação socioeconômica dos alunos, mostrando que isso é um fator que influencia a prevalência da ILTB entre os alunos do curso de enfermagem que, diferentemente dos alunos de medicina, fazem parte de classes mais baixas. 

Para a pesquisadora da UFC, e representante da academia no comitê, Marli Galvão, a inclusão de apresentações científicas nas reuniões do comitê enriquece o debate e o aperfeiçoamento de ações programadas. “O comitê também tem a função de incentivar pesquisas e estimular a integração dos serviços. Está na Missão”.

Comitês Metropolitanos

Criados durante o Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil, os comitês metropolitanos são instâncias colegiadas, de caráter consultivo e propositivo, que se consolidaram como espaços de articulação entre governo e sociedade civil com o objetivo de aprimorar as políticas públicas para o controle da tuberculose no país, dando visibilidade às ações de mobilização, advocacy, comunicação social, monitoramento e avaliação, garantindo maior participação social no aperfeiçoamento dos serviços de saúde ofertados à população e na defesa dos princípios e diretrizes do SUS.

Com o fim do projeto, técnicos do PNCT têm participado de reuniões ordinárias dos Comitês com o objetivo de conhecer, acompanhar e contribuir para o aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido. Cada comitê tem buscado, dentro de sua própria realidade, manter sua configuração e superar problemas como a sustentabilidade financeira para manutenção e participação da sociedade civil. 

Desde o fim do projeto, em maio de 2012, foram visitados os Comitês de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Pará e Amazonas e instalados dois novos comitês no Espírito Santo e em Santa Catarina. O comitê do Ceará foi o primeiro a ser visitado em 2013.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Estão abertas inscrições para curso gratuito de métodos de pesquisa clínica epidemiológica

Por www.aids.gov.br

A Universidade Federal da Bahia e as universidades da Califórnia e de São Francisco estão com inscrições abertas para o curso “Métodos de pesquisa clínica epidemiológica”, a ser realizado em Manaus (AM), entre os dias 3 e 12 de dezembro. As inscrições são gratuitas e o formulário de seleção (disponível no link:  http://www.aids.gov.br/node/52149) deve ser preenchido e enviado para cursoadrc2012@gmail.com, até 30 de outubro. 

Os resultados serão divulgados por e-mail. 

Pré-requisitos:
  1. Estar trabalhando na prevenção e/ou atenção de pessoas com DST/HIV/Aids e/ou Pesquisa em DST/HIV/Aids há pelo menos três anos.
  2. Ter possibilidade de executar projetos e/ou multiplicar conhecimentos de pesquisa em DST/HIV/Aids.
  3. Escolher um “Tópico de Pesquisa”, dentro da área de DST/HIV/Aids, que deseje desenvolver como Projeto de Pesquisa durante o curso.
  4. Ter disponibilidade e liberação para participar do curso presencial.
  5. É altamente desejável a familiaridade com ferramentas de informática e a capacidade de leitura de textos científicos na língua inglesa. 


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PCT/RJ realiza capacitação para assistentes sociais

Nesta quarta-feira, 15, o Programa Estadual de Controle da Tuberculose realiza capacitação sobre “Tuberculose e benefícios sociais” para assistentes sociais.

O objetivo é sensibilizar aqueles que atuam no controle da tuberculose sobre a importância dos benefícios sociais para o acesso aos serviços e adesão ao tratamento, e os que atuam em outras áreas, como educação e assistência, sobre aspectos gerais da doença.

O evento contará com a apresentação dos resultados da pesquisa: “Inserção dos assistentes sociais nos programas municipais de controle da TB no estado do RJ”.

Além dos aspectos clínicos sobre o tratamento da TB, também serão discutidos temas referentes à importância de uma rede integrada de referência e contra referência, do acesso aos benefícios previdenciários, Programa Bolsa Família, intersetorialidade, entre outros.

Este primeiro encontro é uma bela iniciativa do estado do Rio de Janeiro, visto que trabalhar a intersetorialidade para melhoria do acesso aos serviços de saúde e contribuir para adesão ao tratamento é um dos grandes desafios para os Programas de Controle da Tuberculose.


Vale a pena replicar!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Relação entre pobreza e doenças infecciosas: envie seu artigo

Por ENSP/FIOCRUZ

Uma nova revista de acesso aberto será lançada em breve. A Infectious Diseases of Poverty tem como missão discutir a questão 'uma saúde, um mundo', seguindo a abordagem recomendada pelo Relatório Global de Pesquisas de Doenças Infecciosas da Pobreza. Para tanto, está recebendo artigos que trabalham essa temática. O corpo editorial da publicação conta com as pesquisadoras Célia Almeida (ENSP) e Tânia de Araujo-Jorge (IOC).

Segundo os editores, são aceitos trabalhos que abordam o controle de doenças infecciosas que afetam principalmente as populações pobres, incluindo vários aspectos da biologia de patógenos e vetores, diagnóstico e detecção, tratamento e gestão de casos, epidemiologia e modelagem, entre outros.

Interessados podem enviar seus trabalhos seguindo as orientações aqui descritas. Infectious Diseases of Poverty é uma das revistas integrantes da BioMed Central. Saiba mais em www.idpjournal.com ou pelo e-mail editorial@idpjournal.com.



terça-feira, 26 de junho de 2012


Games, comunicação e saúde em pauta no 'Saúde em jogo 2'



Por Graça Portela, FIOCRUZ

Os jogos digitais são a mídia que cresce com maior velocidade atualmente e o Brasil já é o quarto mercado mundial, com mais de 35 milhões de jogadores registrados. Os vídeogames não são mais apenas para crianças e alcançam toda a sociedade. Mas o que a saúde tem a ver com isso? Para debater essas e outras questões, o Programa de Pós-graduação stricto sensu em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict/Fiocruz) realiza a segunda edição do evento “Saúde em jogo”, com o seminário “O lúdico e a tecnologia na promoção da saúde”. No encontro serão apresentadas iniciativas que aproximam videogames, comunicação e saúde.

O evento "Saúde em Jogo" é um seminário cuja primeira edição ocorreu em 2011, no Icict. A proposta é apresentar e discutir iniciativas de novas mídias interativas, especialmente videogames, no campo da saúde e mais especificamente no campo da Comunicação e Saúde. Neste ano, o evento ocorrerá no auditório da  Fundação Getúlio Vargas, em Botafogo, no dia 28/6, das 18h ás 22h. Nesta edição haverá palestras de Arthur Protasio, pesquisador da FGV, falando sobre narrativa e saúde, Liliane Faria da Silva, enfermeira e professora da UFF, que vai falar sobre o lúdico no tratamento de crianças com câncer e Cristinna Araújo, que desenvolve o videogame "Combate", voltado para jovens pacientes com câncer. A mesa será moderada por Marcelo de Vasconcellos, doutorando do PPGICS e pesquisador de games para a saúde.

Segundo Vasconcellos, que realiza pesquisas analisando o potencial de jogos, em especial videogames, para as estratégias públicas de comunicação em saúde, focando temas como autocuidado e promoção da saúde, aponta a importância desse tipo de evento: “No Brasil, ainda é pouco explorado o uso de games para a área da saúde e este evento objetiva integrar pesquisadores e profissionais da área”, explica. 

Ele também destaca que apenas no Icict já há dois projetos andamento voltados para o público jovem, que tratam de relacionamento, sexualidade e DST: um jogo de tabuleiro, que pode ser jogado em grupos e salas de aula, e um vídeo de ação em 3D, que será distribuído pela Internet.

O evento, que tem entrada gratuita, é voltado para profissionais da área de saúde e aqueles que trabalhem desenvolvendo games ou que os utilizem em seu dia a dia de trabalho. As inscrições devem ser feitas aqui.



Evento: Saúde em Jogo – Seminário: “O lúdico e a tecnologia na promoção da saúde”
Data: 28/06/2012 – quinta-feira
Horário: 18h às 22h
Local: Auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – Praia de Botafogo, 190, Botafogo, Rio de Janeiro
Informações: Fundação Getúlio Vargas (FGV) – Telefones: 3799-5300

Acesse a programação aqui

segunda-feira, 11 de junho de 2012

 V Encontro Nacional de Tuberculose: Certificados dos trabalhos científicos estão disponíveis para download

Atenção! Os certificados dos trabalhos científicos apresentados em forma de pôster durante o V Encontro Nacional de Tuberculose já estão disponíveis para download.

Para baixar o certificado, clique aqui.