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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ministério da Saúde publica resultado final do edital para seleção de projetos de base comunitária

Finalizado o período para recurso, o resultado final do Edital nº 1, de 14 de fevereiro de 2014 para seleção de projetos de base comunitária a serem desenvolvidos por instituições privadas, sem fins lucrativos, foi  publicado no Diário Oficial da União nº 198, de 14 de outubro de 2014, págs. 51/52.

Acesse o DOU aqui.




terça-feira, 16 de setembro de 2014

“Fala, Comunidade!” de 2014 discute Aids e tuberculose


O “Fala, Comunidade!” 2014 começou nesta terça-feira, 16 e segue até quarta-feira, 17, no Hotel Novo Mundo, na Praia do Flamengo - Rio de Janeiro. 

O evento tem como objetivo promover o intercâmbio de estratégias, tecnologias e práticas entre as redes comunitárias de prevenção e promoção da saúde no Rio de Janeiro e parceiros convidados. 

Neste ano o tema “Aids e Tuberculose: nossas estratégias, nossos desafios” relacionará e aprofundará aspectos relativos à epidemia de Aids e Tuberculose em vários contextos, como deficiência e sexualidade, moradia e vulnerabilidade e juventude. 

Para isso, durante os dois dias de “Fala, Comunidade!”  serão abordados diversos temas, desde prevenção e políticas sociais a deficiências e mobilização comunitária.

Outro objetivo do projeto é planejar de maneira coletiva uma agenda de mobilização comunitária, direcionando-a aos desafios atuais estabelecidos por DST/Aids e tuberculose.

O “Fala, Comunidade!” é uma realização do Centro de Promoção da Saúde (CEDAPS), em parceria com a Rede de Comunidades Saudáveis, Fórum ONGs Tuberculose RJ e Observatório Tuberculose Brasil/ENSP, e apoio das Secretarias de Saúde estadual e municipal do Rio de Janeiro.

Veja a programação completa:




16 de SETEMBRO – Tecnologias e Práticas de Prevenção em Territórios Populares

**9 horas: Café

9:15 Abertura e Momento Cultural

9:30 Apresentação Geral – Fala, Comunidade!

10 h àIdeias d´Agente: mapa falante de estratégias comunitárias

**13 horas – Almoço

14h Mesa 1: Prevenção: velhos e novos desafios

Analice Oliveira - Núcleo de Atenção Básica- Área de Prevenção CRT/ SP

Alessandra Ramos - Grupo TransRevolução

Benilda Brito – N’Zinga Coletivo de Mulheres Negras de Belo Horizonte

Juan Carlos Raxach – ABIA Ass. Brasileira Interdisciplinar de Aids

15:30 Mesa 2: Sexualidade e Deficiência

Sergio Meresman - Instituto Iberoamericano de Desenvolvimento Inclusivo- Uruguai

Breno Viola - Movimento Down

RAP da Saúde - CMS Prof. Masao Goto- Jd Sulacap

16:30 Mesa 3: Nossas Parcerias e suas perspectivas

Damiana Bernardo de O. Neto -Depto Nacional de DST/Aids – Ministério da Saúde

Ana Alice Pereira – Programa Estadual de Tuberculose/RJ

Claudio Nascimento – SuperDir/ SEASDH/RJ

Representante da Gerência Estadual de DST/Aids/RJ


17 de SETEMBRO – Painéis em Construção Compartilhada

**9 horas: Café

9:15 Painel 1 à Mobilização Comunitária frente a Tuberculose e DST/AIDS.

Resgatar o processo histórico do que fizemos e onde chegamos.

Convidado: Carlos Basília - Observatório Tuberculose Brasil /ENSP


  • Apresentar as atividades previstas no projeto. CEDAPS
  • Agenda compartilhada com parceiros (governamentais e da sociedade civil).CEDAPS


Oficinas temáticas

**13 horas – Almoço

14h Painel 2 à Aids e Deficiência

Resgatar o processo histórico do que fizemos e onde chegamos.

Convidados: Sergio Meresman–IIDI- Uruguai; Cida Lemos-Mov. Nacional de Cidadãs Positivas; Neide Aparecida F. de Souza - Coord. Deficiência de Mesquita


  • Apresentar as atividades previstas no projeto . CEDAPS
  • Agenda compartilhada com parceiros (governamentais e da sociedade civil).CEDAPS e IIDI

Oficinas temáticas

16:30 Painel 3 à Apresentação do mapa de estratégias comunitárias

17:h Encerramento: Esquete Rap da Saúde- Pólo Jacarezinho e Comissão de Cultura da RCS


terça-feira, 1 de abril de 2014

Prorrogado o prazo para a apresentação de projetos do edital da SVS, nº 1, de 14 de fevereiro de 2014

Atenção atenção!!

O prazo do Edital nº 1/2014 “Seleção de projetos de base comunitária a serem desenvolvidos por instituições privadas, sem fins lucrativos” foi prorrogado!

A nova data limite de postagem das propostas é 30 de abril 2014! Não perca tempo!

Para mais informações:

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/programas-e-projetos-svs 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Inscrições abertas para a Coalizão Global de Ativistas da TB

A Coalizão Global de Ativistas da TB (Global Coalition of TB Activists - GCTA) abriu inscrições individuais e organizacionais para convocar nossos membros.
O alvo das inscrições são pessoas ou organizações interessadas em participar de uma rede global de movimento social onde é possível compartilhar informações e questões recentes e trabalhar em conjunto para enfrentar os desafios vividos pela comunidade da TB.

Ser parte da Coalizão também vai dar aos membros uma oportunidade de estar envolvido em conversas nacionais, regionais e globais sobre TB, bem como obter informação sobre oportunidades de financiamento, treinamento e assistência técnica.

A GCTA incentiva e aceitar candidaturas individuais e organizacionais (ONGs, OBC, redes, coalizões, parcerias, etc.) A associação é aberta a todas as pessoas e todas as organizações que atenda aos seguintes critérios:

Critérios para candidatura individual:
- Deve ser ativista
- Se empregado, deve trabalhar para a nível nacional CBO, FBO, ou ONG
- Paciente ou ex - paciente de TB e / ou trabalha com comunidades afetadas pela tuberculose
- Deve cumprir os termos de referência para todos os membros GCTA conforme descrito na Carta GCTA

Critérios para candidatura organizacional (organização, grupo, rede, aliança, parceria, etc).
- Deve ser uma organização de base comunitária, organização religiosa, ou organização não-governamental (nacional ou internacional)
- A organização (ou rede, aliança, parceria) deve ter foco na TB ou com advocacy
- Deve cumprir os termos de referência para todos os membros GCTA conforme descrito na Carta GCTA

Para enviar sua candidatura, por favor preencha o formulário anexo (por favor, note que há duas versões, uma para os indivíduos e uma para organização / redes) e enviar para GlobalTBActivists@gmail.com até dia 24 de março de 2014.

Para maiores informações e para baixar os formulários de inscrição, acesse o site http://www.tbonline.info/posts/2014/2/8/gcta-call-membership/


Boa sorte a todos!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Ministério da Saúde lança novo edital para seleção de projetos de base comunitária

Foi publicado no Diário Oficial da União nº 33, seção 3, págs. 148/149, o Edital nº 1, de 14 de fevereiro de 2014 para seleção de projetos de base comunitária a serem desenvolvidos por instituições privadas, sem fins lucrativos.

As propostas devem ter como objetivo o fortalecimento e/ou a ampliação de ações de base comunitária, que contribuam para a vigilância, prevenção e o controle das DST, HIV/aids, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue, de forma articulada com os serviços públicos de saúde, consonantes com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e que promovam a intersetorialidade.

Diferentemente do Edital 19, do ano passado, as instituições devem apresentar proposta, por meio de formulário eletrônico disponível no sítio eletrônico: www.saude.gov.br/svs, e enviada por correio (Sedex), com data de postagem até o dia 1º de abril de 2014, para a Coordenação Geral de Planejamento e Orçamento (CGPAN/SVS/MS) - Esplanada dos Ministérios – Bloco G, Edifício Sede, Sala 104, Brasília /DF – CEP: 70.058-900.

Após a aprovação das propostas é que serão feitos os trâmites junto às unidades cadastradoras para celebração de convênio junto ao Fundo Nacional de Saúde. 

Para isso, a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, prevê a realização de reunião com representantes das instituições que tiveram as propostas selecionadas, para apresentar esclarecimentos acerca da submissão da proposta no Sistema do Fundo Nacional de Saúde. 

Critérios para participação

1. Poderá participar da seleção qualquer entidade privada, sem fins lucrativos. 

2. Cada projeto com ações de abrangência municipal será beneficiado com investimentos entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. 

3. Projetos que forem de alcance nacional poderão receber até R$ 500 mil. 

4. O financiamento das atividades terá prazo de um ano, podendo ser prorrogado por mais um.

5. Apenas poderão ser consideradas as entidades com CNPJ superior a 03 (três) anos de fundação.

6. É de extrema importância o acompanhamento da situação fiscal da entidade, pois entidades com pendências não receberão repasses financeiros.

Conteúdo da Proposta

As propostas deverão prever ações e intervenções que estejam em consonância com os objetivos da Agenda Estratégica da SVS/MS, disponível no sítio eletrônico da SVS/MS, conforme 1(um)
ou mais dos eixos temáticos a seguir:

1. Ações de base comunitária e educação em saúde que visem resultados no campo da vigilância em saúde, com ênfase na prevenção e promoção de saúde, ressaltando: 

a) atividades que busquem a ampliação do diagnóstico das doenças descritas no item 2 (abaixo).

b) articulação com serviços públicos de saúde, rede de atenção e de proteção social; e

c) ações que visem a redução do estigma e da discriminação de populações mais vulneráveis, relacionados com a condição de saúde, a desigualdade de gênero, a orientação sexual e a raça.

2. Ações de incentivo a participação e mobilização comunitária nas políticas de saúde, contribuindo para a melhoria da organização dos serviços públicos de saúde, da vigilância em saúde e do controle social, com ênfase na:

a) promoção das ações de divulgação de informes à sociedade, profissionais de saúde e populações vulneráveis relativas a vigilância, prevenção e o controle das DST, HIV/aids, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue; e

b) ampliação da atuação dos conselhos de saúde no monitoramento e avaliação dos Relatórios Anuais de Gestão - RAGs, com foco na vigilância dos agravos ou doenças mencionados no edital.

3. As propostas deverão considerar a elaboração de parcerias políticas, técnicas e que estejam vinculadas com as ações promovidas com os serviços de saúde locais, de forma a não promover a concorrência ou sobreposição de ações e serviços de saúde.

Para saber mais, acesse o edital aqui.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Autorizado o repasse de 16,2 milhões para ações de vigilância, prevenção e controle da tuberculose

Nesta quarta-feira, 18, foi publicada no Diário Oficial da União, a portaria 3.110 que autoriza o repasse de 16,2 milhões para 12 municípios de alta carga de tuberculose (TB) para implantação e/ou implementação de ações contingenciais de vigilância, prevenção e controle da doença. 

A transferência dos recursos está vinculada a uma Proposta de Ações Contingenciais em Vigilância em Saúde (PACVS) encaminhada pelos Municípios, analisada e aprovada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. 

Em 2012 foram notificados no país cerca de 70 mil casos novos de TB, o que corresponde a uma taxa de incidência de 36,7 casos por 100 mil habitantes. Embora as capitais e suas regiões metropolitanas representem apenas 6% (seis por cento) do total de municípios do país, concentram 59% do total de casos de tuberculose do Brasil. Por essa razão, os municípios escolhidos foram: Manaus, Salvador, Fortaleza, São Luís, Belo Horizonte, Belém, Recife, Rio de Janeiro, São João de Meriti, Porto Alegre, Guarulhos e São Paulo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está classificado como um país de alta carga para a TB, porém com epidemia concentrada, estando fortemente vinculada às populações excluídas socialmente, que vivem em condições precárias de moradia e de saneamento básico e com difícil acesso ao sistema de saúde.

Assim, a proposta de Ações Contingenciais para Enfrentamento da Tuberculose em Municípios Selecionados visa o apoio à implantação de estratégias inovadoras que intensifiquem o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento voltado à população geral, bem como abordagens conjuntas de atenção à saúde e proteção social às populações mais vulneráveis como a população privada de liberdade, população em situação de rua, população indígena e pessoas que vivem com HIV. 

Além disso, as ações previstas não estão pautadas apenas no setor saúde, buscando a construção de estratégias combinadas de ações programáticas e proteção social, envolvendo os mais diversos setores e a sociedade civil. 

O repasse do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde dos Municípios deverá ser realizado nos próximos dias. Representantes da sociedade civil devem acompanhar o recebimento do recurso e monitorar a execução da proposta junto aos gestores responsáveis.

Para ler a Portaria na integra, acesse:

https://drive.google.com/file/d/0B0CE2wqdEaR-ZUlnZWMtZkRKUXc/edit?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0B0CE2wqdEaR-NmV6VTRITXcwYVk/edit?usp=sharing

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Edital publicado. E agora?

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (11) edital inédito para seleção de projetos de organizações da sociedade civil que visam desenvolver ações comunitárias nas áreas de vigilância, prevenção e o controle de doenças. É a primeira vez que o Ministério da Saúde investe recursos em ações com essa abrangência. 

O objetivo é ampliar o alcance das ações de prevenção e de estímulo ao diagnóstico precoce de Doenças Sexualmente Transmissíveis, HIV/aids, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue, reduzindo assim o estigma e discriminação em populações vulneráveis. As inscrições devem ser realizadas até 31 de julho.

A instituição interessada em participar do processo seletivo deverá preencher os pré-requisitos para celebração de convênios e fazer a inscrição, na página do Fundo Nacional de Saúde (FNS), seguindo as regras estabelecidas por esse órgão.

Critérios para participação

1. Poderá participar da seleção qualquer entidade privada, sem fins lucrativos. 

2. Cada projeto com ações de abrangência municipal será beneficiado com investimentos entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. 

3. Projetos que forem de alcance nacional poderão receber R$ 500 mil. 

4. O financiamento das atividades terá prazo de um ano, podendo ser prorrogado por mais um.

SICONV

Para inscrever o projeto na página do Fundo Nacional de Saúde (FNS), TODAS as organizações devem estar cadastradas no SICONV. 

Somente com o cadastro no SICONV será possível entrar no sistema para apresentar a proposta!

Quem ainda não tem cadastro precisa se dirigir à unidade de cadastramento mais próxima, com os documentos requisitados pela Portaria 127. Para saber qual a unidade mais próxima de você, clique aqui.

De acordo com a portaria interministerial nº 127 de 29 de maio de 2008 é preciso apresentar a seguinte documentação no cadastramento: 

1. Do Representante

O representante do órgão ou da entidade, responsável pela entrega dos documentos e das informações para fins de cadastramento, deverá comprovar seu vínculo com o cadastrado, demonstrando os poderes para representá-lo neste ato que poderá ser feita mediante apresentação de:

I - cópia autenticada dos documentos pessoais do representante, em especial, Carteira de Identidade e CPF;

II - cópia autenticada do diploma eleitoral, acompanhada da publicação da portaria de nomeação ou outro instrumento equivalente, que delegue competência para representar o ente, órgão ou entidade pública, quando for o caso; 

III - cópia autenticada da ata da assembléia que elegeu o corpo dirigente da entidade privada sem fins lucrativos, devidamente registrada no cartório competente, acompanhada de instrumento particular de procuração, com firma reconhecida, assinada pelo dirigente máximo, quando for o caso.

2. Da entidade

Para a realização do cadastramento das entidades privadas sem fins lucrativos será exigido:

I - cópia do estatuto ou contrato social registrado no cartório competente e suas alterações;

II - relação nominal atualizada dos dirigentes da entidade, com Cadastro de Pessoas Físicas - CPF;

III - declaração do dirigente máximo da entidade acerca da inexistência de dívida com o Poder Público e de inscrição nos bancos de dados públicos ou privados de proteção ao crédito;

IV - declaração da autoridade máxima da entidade informando que nenhuma das pessoas relacionadas no inciso II é agente político de Poder ou do Ministério Público, tanto quanto dirigente de órgão ou entidade da administração pública, de qualquer esfera governamental, ou respectivo cônjuge ou companheiro, bem como parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau.

V - prova de inscrição da entidade no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ pelo prazo mínimo de três anos**;

VI - prova de regularidade com as Fazendas Federal, Estadual e Municipal e com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, na forma da lei; e

VII - comprovação da qualificação técnica e da capacidade operacional, mediante declaração de funcionamento regular nos 3 (três) anos anteriores ao credenciamento, emitida por 3 (três) autoridades do local de sua sede.**

**Nas ações voltadas à educação, à assistência social e à saúde, as exigências previstas nos incisos V e VII do caput poderão ser atendidas somente em relação ao exercício anterior.

Atenção! Atenção! Atenção!

Segundo o Edital, É elegível para participar deste Chamamento a instituição que cumpra os requisitos dispostos na Lei nº 12.708, de 2012 e no art. 22 e §6º do art. 8º da Portaria Interministerial nº 507, de 2011". 

A Lei nº 12.708 de 2012 é a lei que versa sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2013. Logo, o CEBAS poderá ser dispensado nos casos expressos pela Lei!

Veja abaixo:

Art. 51.  A transferência de recursos a título de subvenções sociais, nos termos do art. 16 da Lei no 4.320, de 1964, atenderá as entidades privadas sem fins lucrativos que exerçam atividades de natureza continuada nas áreas de assistência social, saúde ou educação, prestem atendimento direto ao público e tenham certificação de entidade beneficente de assistência social, nos termos da Lei no 12.101, de 27 de novembro de 2009.

§ 1o  A certificação de que trata o caput poderá ser:

I - substituída pelo pedido de renovação da certificação devidamente protocolizado e ainda pendente de análise junto ao órgão competente, nos termos da legislação vigente; ou

II - dispensada, desde que a entidade seja selecionada em processo público de ampla divulgação promovido pelo órgão ou entidade concedente para execução de ações, programas ou serviços em parceria com a administração pública federal, nas seguintes áreas:

a) atenção à saúde aos povos indígenas;

b) atenção às pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas;

c) combate à pobreza extrema;

d) atendimento às pessoas com deficiência; e

e) prevenção, promoção e atenção às pessoas com HIV - Vírus da Imunodeficiência humana, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue.

§ 2o  As despesas com saúde deverão atender também aos requisitos da Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012.

Cadastrei no SICONV, e agora?

Após o cadastro, o representante receberá um login e uma senha para acessar a página  https://www.convenios.gov.br/portal/ e iniciar a inscrição do projeto, conforme orientações. 

NÃO serão aceitas propostas enviadas por correio, tudo deverá ser feito via site do Fundo Nacional de saúde – www.fns.gov.br 

Em https://www.convenios.gov.br/portal/unidadeCadastradora.html
podem ser encontrados todos os manuais referente ao cadastramento.

No site do FNS (www.fns.gov.br) há também uma cartilha para apresentação de projetos, onde vocês poderão encontrar todas as regras de como fazer convênios. Ela pode ser encontrada no canto superior direito da página ou acessada diretamente aqui: http://www.fns2.saude.gov.br/documentos/cartilha.pdf.

Para acessar o edital, clique aqui.


*com informações do Ministério da Saúde



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Audiência Pública para ouvir as organizações da sociedade civil inaugura ciclo de audiências para subsidiar relatório da Subcomissão de Estudos de doenças determinadas pela pobreza

Na última quinta-feira, 06, foi realizada na Escola Legislativa do Rio de Janeiro a primeira audiência pública da Subcomissão de Estudos sobre Doenças Determinadas pela Pobreza que tem como objetivo ouvir a sociedade civil e conhecer as ações realizadas para combater doenças como tuberculose e hanseníase. 

Mais de 170 pessoas participaram da audiência pública, entre representantes de governos e sociedade civil. A professora Cristina Pimenta aproveitou a oportunidade para uma atividade extraclasse e trouxe 14 alunos de Ciências Biológicas e Enfermagem, da Universidade Veiga de Almeida.

“Essa é uma grande oportunidade para incentivar o exercício da cidadania e discutir a importância de se articular o conhecimento acadêmico com o conhecimento gerado pela sociedade civil e órgãos governamentais”, explicou.

Durante a audiência, entidades da sociedade civil expuseram os principais problemas e desafios para a elaboração e implementação de políticas públicas em saúde. 

Segundo o secretário executivo da Parceria Brasileira de luta contra a Tuberculose (STOP TB Brazil), Jair Brandão, antes de tudo, é preciso fazer com que a recomendação 444 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) seja cumprida. “Além disso, precisamos garantir que o texto aprovado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias 2013 se mantenha para os próximos anos”.

Jair também defendeu a necessidade de incentivar a participação da sociedade civil e das pessoas afetadas pela tuberculose para que as ações reflitam a realidade da comunidade. 

“Precisamos pensar políticas para pessoas e não para números. Temos que alimentar pessoas e não apenas sistemas de informação. Garantir o acesso à nutrição, educação, cultura... Para isso, precisamos de soluções para sustentabilidade das ONGs, especialmente aquelas que atuam no combate ao estigma e ao preconceito relacionados a estas doenças”.

O Presidente do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custódio, apresentou diagnóstico da situação da hanseníase no País e destacou a falta de uma política de visibilidade e cuidado na elaboração das peças de campanha, que muitas vezes apresentam uma linguagem que reforça o preconceito e o desconhecimento sobre a doença.

Germano Gerard Filho, da Fundação Ataulpho de Paiva, destacou que a descontinuidade das políticas públicas tem sido o grande obstáculo para a erradicação das doenças determinadas pela pobreza.  “É preciso estabelecer o marco legal das ONGs que trabalham questões sobre saúde, visto que o rigor e o excesso da burocracia impedem uma atuação mais efetiva das organizações da sociedade civil” destacou.

Já a representante do Fórum ONG TB/RJ, Wanda Lúcia Branco Guimarães, acredita que também é necessário construir uma política integrada, envolvendo os diversos órgãos do governo federal, estadual e municipal, para que se tenha êxito na erradicação destas doenças.  

O deputado e presidente da Frente Parlamentar de luta contra a Tuberculose, Antônio Brito lembrou que a situação das Santas Casas no Brasil ganhou visibilidade a partir do diagnóstico realizado por uma Subcomissão “Esta é uma oportunidade de se fazer um diagnóstico das políticas públicas em saúde para fazer as cobranças necessárias”.

O deputado discorreu rapidamente sobre a criação da Frente Parlamentar de luta contra a tuberculose e ações desenvolvidas no âmbito do Congresso Nacional neste primeiro ano de existência.

 “Com três meses de criação da Frente conseguimos modificar a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Em seguida, fizemos uma mobilização dentro do Congresso Nacional pela Emenda 100, para sensibilizar os parlamentares para que destinassem pelo menos R$100 mil reais em emendas ao tema”. 

Relator da Subcomissão, Antônio Brito também confirmou o envio dos questionários para saber a real situação das políticas de saúde no Brasil. Os documentos foram enviados para os estados, conselhos como CONASS e CONASEMS, os 13 Comitês de tuberculose, a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), o Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), a FIOCRUZ e o Ministério da Saúde (MS) e devem ser apresentado na próxima audiência pública em Brasília.

"Buscamos todos os programas dos Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social que trabalham o tema em questão. Também ouviremos a academia. Estamos buscando todas as interfaces para que nosso relatório seja o mais completo possível. E não podíamos fazer isso sem a ouvir a sociedade civil", destacou.

Para o deputado, os próximos desafios são implantar frentes parlamentares nos estados e municípios e buscar respostas para a sustentabilidade das ações do movimento social. “É no congresso e nas assembleias legislativas que temos que atuar. É lá que temos as leis. É lá que temos que dar visibilidade à tuberculose. Cabe destacar, por exemplo, que esta Subcomissão também foi um produto da Frente Parlamentar".

A partir de audiências públicas e documentos requisitados, a subcomissão deverá apresentar, em 180 dias, um diagnóstico das ações voltadas para as doenças relacionadas à pobreza. As próximas audiências públicas ouvirão as instâncias governamentais e a academia. 

Segundo Benedita da Silva, o trabalho da subcomissão não se encerra com o relatório final. Ela terá continuidade na Comissão de Seguridade Social e apoio da Frente Parlamentar de luta contra a Tuberculose.



quarta-feira, 5 de junho de 2013

Subcomissão de doenças relacionadas à pobreza realiza a primeira audiência pública nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira será realizada a primeira audiência pública da subcomissão de doenças relacionadas à pobreza.  O objetivo desta audiência é ouvir a sociedade civil e conhecer as ações realizadas para combater doenças como tuberculose e hanseníase. A reunião acontecerá no auditório da Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj) com início às 10h.

Anunciada em 27 de março deste ano, a Subcomissão de doenças relacionadas à pobreza tem como objetivo verificar as principais ações, avanços e desafios nas diversas esferas de governo (federal, estadual e municipal), bem como as articulações intersetoriais, para o enfrentamento das doenças relacionadas à pobreza, especialmente tuberculose, hanseníase e doenças negligenciadas (esquistossomose, verminoses, Chagas, leishmaniose, entre outras). 

A exposição principal da Audiência Pública será do Dr. Cláudio Costa Neto, professor da UFRJ e presidente do Instituto Vila Rosário, de Duque de Caxias, e terá a participação dos deputados federais Benedita da Silva (PT/RJ) e Antônio Brio (PTB/BA), respectivamente, presidente e relator da Subcomissão de Estudos sobre Doenças Determinadas pela Pobreza. A mediação será realizada pelo deputado estadual Gilberto Palmares (PT/RJ). 

Foram convidados para atuar como debatedores: Germano Gerard Filho (Fundação Athaulpo de Paiva - Liga Brasileira Contra a Tuberculose); Carlos Basília (Observatório Tuberculose Brasil); Wanda Lúcia Branco Guimarães (Fórum ONG TB/RJ); Jair Brandão (Parceria Brasileira de Luta Contra a Tuberculose) e Artur Custódio (Morhan - Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase).

O evento é uma ação conjunta da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados; da Frente Parlamentar pela Luta Contra a Tuberculose da Câmara dos Deputados; da Frente Parlamentar de Luta Contra Tuberculose e o HIV/AIDAS da Assembleia Legislativa/RJ; da Subcomissão de Estudos sobre Doenças Determinadas pela Pobreza; do Fórum ONG TB/RJ; da Fundação Athaulpho de Paiva - Liga Brasileira Contra a Tuberculose; do Morhan - Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase; e do Ministério da Saúde.

A partir de audiências públicas e documentos requisitados, a subcomissão deverá apresentar, em 180 dias, um diagnóstico das ações voltadas para as doenças relacionadas à pobreza. 

As próximas audiências públicas ouvirão as instâncias governamentais e a academia.

Serviço
Audiência Pública da Subcomissão das doenças determinadas pela pobreza: Ações de Mobilização da Sociedade Civil 
Local: Escola do Legislativo do Rio de Janeiro, Rua da Alfândega, 8/7º andar, Centro, RJ.
Hora: 10h às 13h.

Atenção: O evento é gratuito e aberto ao público.


*com informações da Alerj




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Técnicos do PNCT participam de reunião ordinária do Comitê de Tuberculose do Ceará

Na ultima sexta-feira, 10, técnicos do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) participaram de reunião ordinária do Comitê de Tuberculose do Ceará. A reunião contou com a participação de 30 membros do Comitê que representavam, em sua maioria, instâncias governamentais - municipais e estaduais - dentro e fora do setor saúde. 

Segundo a coordenadora do Programa de Tuberculose do Ceará, Sheila Santiago, toda reunião do comitê se inicia com a leitura da Missão, para fortalecer a importância deste espaço e o significado das ações realizadas. Na pauta da reunião estavam previstas a leitura da ata da última reunião para concordância e assinatura de todos os membros, bem como o monitoramento do plano de ações e informes gerais. 

O plano de ação do Comitê do Ceará é dividido em área de diagnóstico e laboratório, área de gestão e área de mobilização. Todas as ações incluem a participação de pelo menos um membro do governo e um da sociedade civil. Dentre as ações destacam-se: 

  • Capacitação de agentes prisionais por meio da articulação com a Secretaria de Segurança Pública para que inspetores e delegados sejam capazes de perceber os sintomas da tuberculose; 
  • Articulação com o sistema de transporte para fixação de cartazes da campanha em ônibus;
  • Articulação com a deputada estadual Eliane Novais e o deputado federal Chico Lopes para a criação da Frente Estadual de luta contra a tuberculose na Assembleia Legislativa; 
  • Promoção de atividades educativas em faculdades e escolas profissionalizantes;  
  • Inclusão de uma jornalista como membro do Comitê para contribuir com ações em comunicação; 
  • Atualização em prova tuberculínica nos SAES; 

Os membros do comitê acompanham a execução de cada uma das ações previstas no plano desenvolvido no início de cada ano. A institucionalização do comitê por meio de portaria possibilitou a sustentabilidade técnica, política e financeira do Comitê, no que diz respeito à manutenção das atividades e dos instrumentos necessários para a execução das reuniões, como provisão de local devidamente equipado e lanches.

No entanto, com o fim do Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil e o corte de recursos para as ações do movimento social, houve esvaziamento de membros da sociedade civil. No Ceará, a reunião contou com a participação de apenas três representantes: a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/aids do Ceará (RNP=+/CE), o Fórum ONGs AIDS e a Associação de Amparo aos Pacientes com Tuberculose – APTU.

De acordo com a representante da APTU Angina Bandeira Gondim, a  maioria dos ativistas não tem recursos para bancar transporte e ações de controle social.  

Esse tem sido um problema recorrente nos comitês visitados, com exceção do Comitê Estadual do Amazonas que conta com a forte participação da sociedade civil mas pouca adesão dos secretários e coordenadores locais. 

Pesquisa em Pauta

Durante a reunião do comitê, a enfermeira Cheila Lima Maia apresentou sua tese de mestrado: um estudo de prevalência da Infecção Latente da Tuberculose (ILTB) entre os alunos de medicina e enfermagem na Universidade Federal do Ceará (UFC) e avaliação dos conhecimentos destes alunos sobre a tuberculose. 

O estudo mostrou que os profissionais de saúde não se reconhecem como vulneráveis ao bacilo. Os alunos tiveram sucesso em apenas 50% das perguntas básicas sobre tuberculose, apontando, dentre outros problemas, o desconhecimento referente às medidas de biossegurança. 

O estudo considerou ainda a situação socioeconômica dos alunos, mostrando que isso é um fator que influencia a prevalência da ILTB entre os alunos do curso de enfermagem que, diferentemente dos alunos de medicina, fazem parte de classes mais baixas. 

Para a pesquisadora da UFC, e representante da academia no comitê, Marli Galvão, a inclusão de apresentações científicas nas reuniões do comitê enriquece o debate e o aperfeiçoamento de ações programadas. “O comitê também tem a função de incentivar pesquisas e estimular a integração dos serviços. Está na Missão”.

Comitês Metropolitanos

Criados durante o Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil, os comitês metropolitanos são instâncias colegiadas, de caráter consultivo e propositivo, que se consolidaram como espaços de articulação entre governo e sociedade civil com o objetivo de aprimorar as políticas públicas para o controle da tuberculose no país, dando visibilidade às ações de mobilização, advocacy, comunicação social, monitoramento e avaliação, garantindo maior participação social no aperfeiçoamento dos serviços de saúde ofertados à população e na defesa dos princípios e diretrizes do SUS.

Com o fim do projeto, técnicos do PNCT têm participado de reuniões ordinárias dos Comitês com o objetivo de conhecer, acompanhar e contribuir para o aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido. Cada comitê tem buscado, dentro de sua própria realidade, manter sua configuração e superar problemas como a sustentabilidade financeira para manutenção e participação da sociedade civil. 

Desde o fim do projeto, em maio de 2012, foram visitados os Comitês de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Pará e Amazonas e instalados dois novos comitês no Espírito Santo e em Santa Catarina. O comitê do Ceará foi o primeiro a ser visitado em 2013.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Assembleia Geral Ordinária da Parceria Brasileira contra a Tuberculose

Nesta quarta-feira, 19, a Parceria Brasileira Contra a Tuberculose se reunirá em assembleia geral na cidade do Rio de Janeiro para eleger a nova secretaria executiva e discutir, entre outros temas, sustentabilidade, atuação e novos rumos da Parceria e os avanços e desafios para o controle da tuberculose.

Durante o evento, a atual secretária executiva, Nadja Faraone, apresentará um relato das ações desenvolvidas em seus dois anos de gestão da Parceria. No período da tarde, será realizada a eleição da nova secretaria executiva para o período de 2012 a 2014.

Também serão apresentadas candidaturas de novas organizações que desejam fazer parte da Parceria e homologação daquelas que forem aprovadas.

A Parceria Brasileira contra a Tuberculose é uma instância colegiada voltada para promover a prevenção e o controle da tuberculose por meio do esforço conjunto e articulado de organizações governamentais, não governamentais, entidades privadas, academia, instituições de pesquisa e organismos internacionais com atuação no Brasil.

Serviço:
Assembléia Geral Ordinária da Parceria Brasileira contra a Tuberculose  
Data: 19 de setembro
Hora: 9h às 18h
Local: Hotel Windsor Florida, Rua Ferreira Viana , 81 – Flamengo, Rio de Janeiro.



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Obra sobre projetos de prevenção de DST/AIDS entre crianças em situação de rua é lançada hoje em SP

Por ONUBR

A publicação Tecendo Redes, resultado da parceria entre UNICEF, Ministério da Saúde, governos estaduais e municipais e organizações da sociedade civil, será lançada nesta quarta-feira (29), às 14h30, durante o IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, em São Paulo.

A obra relata a experiência de sucesso dos projetos de prevenção de DST/Aids entre crianças em situação de rua em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia  e Pernambuco. Traz ainda levantamentos mais recentes sobre a temática e apresenta um panorama feito por especialistas da área.

Serviço:
Lançamento da publicação Tecendo Redes
Dia: Quarta-feira 29 de agosto
Horário: 14h30
Local: Vila Cultural – Espaço Lançamentos no Anhembi no IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids

Mais informações

Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil
Estela Caparelli
Telefone: (61) 3035 1963
E-mail: mecaparelli@unicef.org
Pedro Ivo Alcantara
Telefone: (61) 3035 1983
E-mail:pialcantara@unicef.org

Assessoria de Imprensa do Departamento DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde
Hércules Barros
Telefone  (61) 8163 9867 –  (61) 8175 3806
E-mail: imprensa@aids.gov.br