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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Casa de Espetáculo recebe moradores de rua para café da manhã

Por Otávio Vasconcelos

A  APTU- Associação de Amparo aos pacientes com Tuberculose, que funciona no Município de Fortaleza realizou, na ultima quinta feira, 29 de maio, o café da manhã para os moradores de rua do centro de Fortaleza. O evento aconteceu no pátio do Teatro Carlos Câmara, gentilmente cedido pelo o diretor do teatro e ator cearense Fernando Piancó. 

A enfermeira Argina Gondim, que é funcionaria do Posto de Saúde Carlos Ribeiro e presidente da APTU, esteve à frente deste evento que é costumeiramente realizado na última quinta-feira de cada mês.

Atendendo ao convite de Argina, a RNP+/CE - Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS do Ceará - participou desta atividade por meio do compartilhamento de informações sobre a doença às pessoas que vivem situação de rua. 

As atividades começaram com um momento lúdico e descontraído, ao som de Bom Dia, de Zizi Possi, para saudar a chegada deste novo dia.  Enquanto isso, eu coordenei uma roda de apresentações e bom dias.

Após as devidas apresentações, Argina agradeceu a presença de todos, especialmente a de Fernando Piancó pelo espaço cedido.

Este, por sua vez, aproveitou a oportunidade e se colocou à disposição desse trabalho e de possíveis artistas que eventualmente possam estar vivenciando a realidade de sobreviver nas ruas próximo ao teatro na conhecida Praça da estação.  

Alguns participantes se apresentaram como artistas produtores de artesanato com materiais reciclados, e que essa arte os ajudam na sobrevivência. Em seguida, as estudantes de enfermagem da UFC – Universidade Federal do Ceará – fizeram uma pequena apresentação de forma clara e objetiva sobre os principais sintomas da tuberculose, diagnóstico e tratamento e se colocaram a disposição para quem quisesse conversar com elas, especialmente se houvesse alguém com alguns dos sintomas descritos, para maiores esclarecimentos.  

A palavra então foi passada para o Irmão Francisco, religioso e morador de rua que exerce uma espécie de liderança sobre essa população em nosso município. Em seguida foi ofertado a todos um farto café da manhã com cafezinho, leite, sucos, pães, bolos, torradinhas, salada de frutas, etc.

Enquanto merendavam, recitei de improviso alguns poemas para reflexão, buscando levantar a autoestima dos presentes. 

Como resultado da ação, foram colhidas quatro amostras de escarro para diagnóstico. As pessoas relataram os locais onde sempre estão, para o caso de algum dos testes apresentar resultado positivo para tuberculose.

Juntos, a enfermeira Argina e o Irmão Francisco localizariam a pessoa para iniciar o tratamento. 

Este não é um trabalho fácil de ser executado, uma vez que a maioria das pessoas fica no espaço apenas enquanto o lanche está sendo servido. Apesar disso, se a cada encontro um for sensibilizado para a causa ou identificado com tuberculose para que lhe seja ofertado o tratamento que lhe é de direito, será mais um a estar se cuidando e deixando de transmitir o velho e feroz bacilo. 

Participaram: pela a APTU - Argina Gondim, Fátima Gondim, e Samir Gondim; pela RNP+/CE - Otávio Vasconcelos, José Antonio e Credileuda Azevedo. Como convidados especiais, alunos de enfermagem da Universidade Federal do Ceará - Beatriz Batista, Nathaly Moraes e Antonio José Junior. 

Gostaria de agradecer ao diretor do teatro Fernando Piancó pela a disponibilidade do espaço, e principalmente, pelo convite a todos os presentes para após o café conhecerem o a parte interna da casa de espetáculo.

São pessoas com a sensibilidade do Sr. Fernando que precisamos para somar nesta luta contra a TUBERCULOSE!





terça-feira, 3 de junho de 2014

Jogadores do Corinthians fazem campanha para driblarmos a tuberculose no Brasil

Lançado em 27 de maio, o Projeto Driblando a Tuberculose ganhou apoio de mais jogadores de futebol!

Desta vez, o time do Corinthians reuniu jogadores para passaram a mensagem de como nós podemos driblar a tuberculose! 

Assista ao vídeo:



Projeto Driblando a Tuberculose

O projeto, que tem como objetivo informar as crianças sobre tuberculose a partir do futebol, é uma iniciativa da Parceria Brasileira contra a Tuberculose, Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde e Educação do Estado e Município de São Paulo, e surgiu da adaptação da campanha Kick TB realizada na África do Sul em 2010.

Ao associar o espetáculo mundial do futebol à necessidade de mobilização em massa, o projeto pretende “driblar a tuberculose” por meio do compartilhamento de informações sobre a doença e envolvimento de crianças de escolas estratégicas na disseminação dessas informações em suas respectivas comunidade.

Para isso, foram confeccionadas cinco mil bolas com mensagens de sintomas e prevenção da tuberculose para serem distribuídas nas escolas e trabalhadas segundo metodologia específica.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

Driblar a tuberculose: um verdadeiro gol de placa

Um time: alunos, professores e profissionais de saúde.
Uma ferramenta de comunicação: a bola.
Um objetivo: driblar a tuberculose!

Foi em clima de copa que os estudantes do Centro Educacional Unificado Butantã conheceram, nesta terça-feira, 27 de maio, o projeto Driblando a tuberculose, que tem como objetivo informar as crianças sobre a doença a partir da grande paixão nacional: o futebol. 

O publico assiste ao lançamento
do projeto
O projeto é uma iniciativa da Parceria Brasileira contra a Tuberculose, Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde e Educação do Estado e Município de São Paulo, e surgiu da adaptação da campanha Kick TB realizada na África do Sul em 2010.

Ao associar o espetáculo mundial do futebol à necessidade de mobilização em massa, o projeto pretende “driblar a tuberculose” por meio do compartilhamento de informações sobre a doença e envolvimento de crianças de escolas estratégicas na disseminação dessas informações em suas respectivas comunidade.

Para isso, foram confeccionadas cinco mil bolas com mensagens de sintomas e prevenção da tuberculose para serem distribuídas nas escolas e trabalhadas segundo metodologia desenvolvida pelo projeto.

É sabido que por meio do esporte se aprende valores como tolerância, solidariedade e trabalho em equipe. O que ainda não haviam testado é a eficácia do esporte como ferramenta de comunicação em saúde nas escolas.


A cerimônia de lançamento

Fanfarra EMEF Eda Teresinha
A abertura do evento ficou por conta da Banda Marcial da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Eda Teresinha, que tocou diversas músicas acompanhadas de coreografias e acrobacias de ginastas. 


Antes da solenidade com as autoridades locais, foi mostrado vídeo com o depoimento do goleiro-artilheiro do São Paulo Futebol Clube, Rogério Ceni, falando sobre a importância de driblar a tuberculose e marcar um gol de placa pela saúde. Assista ao vídeo abaixo:





O evento contou com a participação do secretário executivo da Parceria contra a Tuberculose (Stop TB Brazil), Jair Brandão; do coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Dr. Draurio Barreira; do Diretor da CEPHEID no Brasil, Dr. Jose Aparecido Soares; da Coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, Dra. Vera Galesi; da Coordenadora do Programa Saúde na Escola, do Ministério da Saúde, Danielle Cruz; da Coordenadora da Atenção Básica da Secretaria Municipal da Saúde, Dra. Rejane Calixto Gonçalves; da Gerente do Centro de Controle de Doenças da Coordenação de Vigilância em Saúde, Dra. Rosa Nakasaki; da Joane Vilela, Secretária Adjunta de Educação do Município de São Paulo; da coordenadora geral da Rede Paulista de Controle Social da Tuberculose, Nadja Faraone; e do tricampeão mundial de futebol, Paulo Cezar Caju. 

Draurio Barreira e Jair Brandão com    
as bolas do projeto
Emocionado com a concretização do projeto, o ativista e secretario executivo da Parceria Brasileira contra a Tuberculose, Jair Brandão, destacou a importância de combater o estigma e o preconceito associados à tuberculose, ressaltando que o apoio da família e dos amigos é fundamental para o êxito do tratamento.

“Isolar o paciente é digno de cartão vermelho, pois não favorece o tratamento da doença. Já o suporte e o acolhimento são sinais verdes para combater a TB”, pontuou.

O coordenador do PNCT, Draurio Barreira, acredita que o sucesso do projeto reside justamente no repasse das informações aos alunos, envolvendo-os na luta contra a tuberculose de forma lúdica e divertida, tornando-os atores do processo de difusão do conhecimento em seus lares e comunidades, ajudando na detecção de casos.

    Naomi Komatsu e o ex jogador 
da seleção Paulo César Cajú
 “Além disto, o projeto foi a grande oportunidade de estreitar os laços entre a saúde e a educação. Por ser uma doença diretamente ligada a questões sociais, precisamos envolver os demais setores, além da saúde, nesta luta”, enfatizou Draurio.

Animada com o potencial do projeto, a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, Dra. Vera Galesi sinalizou o interesse do estado de São Paulo em ampliar o projeto para outros municípios prioritários para tuberculose, estreitando a parceria com o Programa Saúde na Escola.

              Equipe da super TV Mirim                
Para encerrar a cerimônia com chave-de-ouro, o ex-jogador da seleção, Paulo Cezar Cajú, relatou aos alunos como driblou as dificuldades da vida e se tornou campeão da Copa de 70 e convocou a todos para driblar a tuberculose nas comunidades paulistanas.

Durante o evento, dez crianças foram sorteadas para receber uma bola de cada uma das autoridades da mesa. A cobertura da cerimonia foi devidamente realizada pela TV mirim, uma iniciativa bacana do complexo escolar.

Sobre o projeto

Foram confeccionadas cinco mil bolas com mensagens de sintomas e prevenção da tuberculose para serem distribuídas e utilizadas em atividades nas escolas de áreas estratégicas da cidade. Além disso, alunos, professores e profissionais de saúde foram sensibilizados para os diversos aspectos da doença como sintomas, formas de prevenção, diagnóstico e tratamento e questões sociais como o combate ao estigma e preconceito, a importância da adesão ao tratamento e do acolhimento ao doente com tuberculose.

Equipe e parceiros do projeto
O próximo passo do projeto será a entrega dos Passaportes da Saúde aos alunos. Por meio dessa ferramenta, os alunos poderão verificar se os sintomas da doença estão presentes em suas famílias, atuando como “agentes de saúde” ao disseminar as informações aprendidas e identificar pessoas que podem estar com tuberculose.

Depois de preenchido, o passaporte da saúde deverá ser entregue aos professores e repassados aos profissionais de saúde. Estes farão uma triagem nos passaportes, buscando aqueles que foram identificados com sintomas da tuberculose e agendando uma visita para orientação sobre a procura de uma unidade de saúde para realização de exames. 

Um plano de Monitoramento e Avaliação está em desenvolvimento para que o impacto do projeto seja devidamente mensurado e, com base nas evidencias, expandido para o resto do país.

Parceria com a iniciativa privada

A Cepheid, empresa responsável pelo desenvolvimento do teste rápido molecular para o diagnóstico da tuberculose, o Gene Xpert®, foi a grande apoiadora do projeto. A empresa financiou a produção e entrega das cinco mil bolas personalizadas com as informações sobre a doença. Os representantes brasileiros da empresa acompanharam o lançamento do projeto, onde o reconhecimento pelas ações da Cepheid foi tratado pelas demais autoridades presentes. O diretor brasileiro, José Aparecido, destacou o comprometimento da Cepheid na luta contra a tuberculose, seja no âmbito do diagnóstico por meio de seus produtos, como no meio social, como apoiadores deste projeto.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Duas exposições na Câmara Municipal de Porto Alegre alertam sobre a tuberculose



A Câmara Municipal de Porto Alegre apresenta, até sexta-feira (11/4), as exposições Tuberculose Tem Curta – SUS Pra Valer e Sala de Situação em Tuberculose. 

As mostras são promovidas pelo Comitê Estadual de Enfrentamento da Tuberculose para marcar, na Capital, a Semana de Humanização realizada pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Por ano, no mundo, são registrados 9,2 milhões de casos da doença, que mata 1,7 milhão de pessoas. 

Tuberculose Tem Cura é composta de oito jogos interativos que buscam conscientizar o espectador participante sobre as questões mais relevantes da doença, mostrando que ela é grave, mas possui tratamento totalmente gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já Sala de Situação em Tuberculose está estruturada em 23 banners com informações sobre as instituições e os Programas Municipais de Controle da Tuberculose.

A mostra pode ser visitada no saguão térreo da Câmara Municipal de Porto Alegre (Avenida Loureiro da Silva, 255), das 8h30min às 18 horas, de segunda a quinta-feira, e das 8h30min às 16 horas, na sexta-feira. 

Entrada franca. Informações: (51) 3220- 4187, com Cláudia, e 3233-6884, com Maria Teresinha Santos Dias.

A doença

O Comitê Estadual de Enfrentamento da Tuberculose lembra que a doença é uma das mais antigas, mas ainda há muitas ideias erradas sobre ela. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), dos 9,2 milhões de casos anuais no planeta, 1,7 milhão vão a óbito e 500 mil tornam-se multi-resistentes. 80% dos casos estão distribuídos por 22 países.

No Brasil, a tuberculose continua em níveis alarmantes, apesar de todos os esforços e recursos investidos, segundo o Comitê. Estima-se que 20% dos doentes não são descobertos e seguem espalhando a doença. Na Região Sul, por exemplo, são altas as taxas de incidência, prevalência e abandono de tratamento e de mortalidade.

A Região Metropolitana de Porto Alegre exibe, conforme o Comitê, índices muito altos se comparados a outras partes do país. Em torno de 30% dos doentes com tuberculose pulmonar são portadores do HIV ou vivem com Aids. “Associa-se a isso o crescente número de pessoas em situação de rua e dependência química”, informa o Comitê. “Portanto, trata-se de um grave problema de saúde pública. Mas a tuberculose é uma doença curável e tem tratamento pelo SUS, sendo possível reverter ou minimizar esse quadro.”

O Comitê

Fundado em 2007, o Comitê Estadual de Enfrentamento da Tuberculose é um colegiado consultivo e propositivo que tem participação conjunta de governos e organizações da sociedade civil. Integram o Comitê Estadual gestores estaduais e municipais de controle da doença de 15 municípios considerados prioritários, os Conselhos Municipais de Saúde, o Lacen-RS, a Susepe e algumas organizações.


Tuberculose e Humanização: informar para acolher


De 7 a 11 de abril, todo o Brasil está mobilizado para a Semana de Humanização. Diversas atividades vem sendo desenvolvidas nos estados e municípios, nas mais diversas áreas da saúde.

Nesta terça-feira, 08, o Programa Estadual de Tuberculose do Rio de Janeiro, em parceria com o Fórum de ONGS TB, representado pela liderança comunitária Sonia R. G. da SIlva -  da AMAMU, realizou uma atividade super bacana em comemoração à semana de humanização. 

A atividade aconteceu na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, durante a Feira de Ciências, onde serviços e programas de saúde apresentaram o que tem realizado no seu cotidiano para concretizar preceitos da Humanização, com o tema Informar para Acolher!

E foi nesse sentido, de informar de forma lúdica e divertida, aproximando as pessoas e criando vínculos, que a famosa Exposição Itinerante da Tuberculose - SUS pra Valer! chamou a atenção da galera que se divertiu com os diversos jogos, enquanto recebiam as informações mais importantes sobre a tuberculose. 

O evento  contou com a participação de profissionais de saúde de todo o estado. 
Além de procurarem o espaço para brincarem com os jogos e ampliarem o próprio conhecimento, muitos buscavam informações sobre como reproduzir os jogos da exposição itinerante.

A procura e o desejo pela reprodução dos jogos da exposição itinerante reflete o sucesso da atividade e do material! Torcemos para que todos aqueles que desejam reproduzir o material de fato o façam para que atividades mais humanizadas se espalhem pelo Brasil!

Quer reproduzir os jogos da Exposição Itinerante?

Acesse o acervo do BLOG e clique em Mala de Jogos do Fundo Global.

Tuberculose e Humanização é uma mistura que dá certo!





quinta-feira, 27 de março de 2014

Semana de luta contra a tuberculose no RJ: Informação para prevenção e combate ao preconceito

Do Rio com Saúde

Com o mote "É possível tratar. Até o preconceito." a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro promoveu atividades de mobilização e informação, no Parque de Madureira, para esclarecer a população sobre prevenção e tratamento da tuberculose. 

Realizado em parceria com o município do Rio de Janeiro e diversas ONGs, o evento teve como objetivo trabalhar o tema da tuberculose como um todo, informando mas também combatendo a discriminação em relação à doença, uma vez que o Estado do Rio apresenta a maior taxa de incidência do país - são 72 casos para cada 100 mil habitantes.

Os municípios mais atingidos são Rio de Janeiro, São João de Meriti, Duque de Caxias, Paracambi e Japeri, justamente aqueles com maior adensamento populacional. Para ter uma ideia, o estado tem 368 pessoas por quilômetro quadrado. Em São João, são 13 mil e no Rio, 5 mil. Por ano, são registrados cerca de 14 mil casos, índice que vem se mantendo nos últimos tempos. "Por isso, é importante informar a população, para evitar o diagnóstico tardio e fazer com que as pessoas infectadas não tenham vergonha de procurar as unidades de Saúde para se tratarem", explicou a coordenadora do Programa Estadual de Tuberculose, Ana Alice Teixeira Pereira.

O diagnóstico e o tratamento devem ser feitos nas unidades básicas de saúde dos municípios. Quanto mais cedo a doença for detectada, mais rápida será a cura, evitando complicações e até a morte do paciente. Por isso, a secretaria estadual vem trabalhando para ampliar a cobertura das unidades básicas e estender o horário de funcionamento das clínicas, além de equipar com CTI dois hospitais de retaguarda, onde são tratados os casos mais graves.

Segundo o coordenador da Gerência de Pneumologia Sanitária do Rio, Jorge Eduardo Pio, é preciso eliminar o estigma que a doença ainda carrega.

"Muita gente ainda acha que é feio e sente vergonha de dizer que está doente. Tem pessoas que procuram unidades de saúde longe de suas residências, para que os vizinhos não tomem conhecimento da situação. A tuberculose é uma doença infectocontagiosa, mas ela depende do sistema imunológico do paciente. De cem pessoas com a bactéria, apenas 10 ficarão doentes. A Aids debilita o sistema imunológico, por isso os portadores do vírus estão mais suscetíveis", disse.

No Rio de Janeiro, a cobertura de unidade básicas de saúde é de 45% e na Região Metropolitana, de 20%. No interior, ela chega a 70%, mas nessas regiões o índice de incidência é menor. Em 2013, foram registrados apenas 397 casos em 47 municípios do interior do Estado.

A tuberculose é causada por uma bactéria, o bacilo de Koch, que se prolifera em ambientes úmidos e escuros, por isso a predominância em locais de grande adensamento populacional. Nas comunidades, o problema é maior, porque as moradias são muito próximas, dificultando a circulação de ar e a entrada de luz, com famílias numerosas convivendo, muitas vezes, em casas de um só cômodo.

"Os problemas da Saúde não estão restritos somente aos cuidados médicos. Tem a ver também com saneamento, emprego, educação e zoneamento urbano. Bairros planejados evitariam doenças como a tuberculose", destacou Ana Alice.

Atividades - O domingo (23) chuvoso não desanimou os alunos da Academia Carioca, praticantes de atividades esportivas nas Clínicas da Família do Rio de Janeiro.

Cecília Monteiro, de 64 anos, Terezinha Pereira Augusta, de 74, Nilton Pereira da Silva, de 77, e Maria José Soares, de 75, foram alguns dos alunos da professora Patrícia Cardoso Rodrigues, que chegaram cedo ao Parque de Madureira para a Caminhada de Luta Contra a Tuberculose.

"A prática de exercícios me fez muito bem, por isso sempre participo destes eventos, para divulgar a importância de cuidar da saúde", disse Terezinha.

A programação começou com uma grande aula de alongamento, substituindo a caminhada devido ao mau tempo. Durante todo o dia, o público teve acesso a quatro estandes, cada um com uma proposta diferente: terapias alternativas, como shiatsu, reflexologia plantar e auriculoterapia; jogos educativos, para atrair as crianças e disseminar a informação para os pais; combate ao tabagismo e prevenção de câncer de boca; e distribuição de folhetos e materiais informativos.

Novas edições do evento estão programadas para o dia 27, em Niterói, na Estação das Barcas, e para o dia 28, em Duque de Caxias, na Praça do Pacificador. Cumpre registrar que o Fórum ONGs Tuberculose RJ é parceiro ativo de todo esse processo de planejamento e realização das atividades.

População em situação de rua, uma prioridade.

No dia 25 de março, o Programa Estadual de controle da tuberculose realizou o II Seminário Tuberculose e a Rua que contou coma presença de representantes do Programa Nacional de Controle da Tuberculose na mesa de abertura, Professores de Universidades e Pesquisadores, além de participantes dos Consultórios na Rua de todo o Estado. 

Considerada uma das populações mais vulneráveis à tuberculose, a população que vive em situação de rua tem 44 vezes mais chance de desenvolver a doença. Por esta razão, são necessárias medidas específicas para diagnóstico, tratamento, acolhimento e acompanhamento dos casos de tuberculose nesta população.

Para saber mais sobre as atividades alusivas ao Dia Mundial de luta contra a tuberculose, acesse: www.riocomsaude.com.br 




terça-feira, 18 de março de 2014

Ceará promove semana de atividades em alusão ao Dia Mundial de luta contra a tuberculose. Conheça a programação!


O Comitê Estadual de Tuberculose do Ceará preparou uma semana recheada de atividades em alusão ao Dia Mundial de luta contra a tuberculose.

De 24 a 27 de março serão realizadas diversas atividades de informação e mobilização social em pontos estratégicos! Tem café da manhã na Praça José de Alencar, Ação educativa no Mercado São Sebastião, Simpósio Multiprofissional da Faculdade Christus, Exposição itinerante da tuberculose no Shopping Caucaia, dentre muitas outras!

Conheça a programação aqui e participe! 

Você é ativista? Tem programação pra você. 
É profissional de saúde? Gestor? Também tem programação para você!
Não sabia que a tuberculose ainda existe? Essa programação é para você!

Mobilize sua comunidade, seus amigos e familiares!
Tuberculose existe e tem cura! 
Façamos a nossa parte circulando a informação!


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Comitê Metropolitano de Manaus apresentará experiência em Seminário que reúne inovações em participação e controle social

Nos dias 8 e 9 de novembro, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e a OPAS/OMS Brasil realizam, em Brasilia, o II Seminário Internacional de Inovação sobre Participação e Controle Social na Elaboração e Monitoramento das Políticas, Ações e Serviços de Saúde.

Entre os trabalhos selecionados está o relato do Comitê Metropolitano de Manaus sobre as experiências exitosas e inovadoras desenvolvidas desde a criação do Comitê por meio do Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil.

Além das atividades de Comunicação, Advocacy e Mobilização Social (CAMS), cabe destacar a Oficina em Monitoramento & Avaliação, realizada em julho deste ano, que capacitou 33 membros da sociedade civil e 5 representantes de organismos governamentais com o objetivo de realizar visitas mensais às unidades inseridas no Programa de Controle da Tuberculose. Conforme programação, o trabalho será apresentado na sexta-feira (09) às 14h, por Joyce Matsuda e Euclides Souza Neto.

A abertura do evento está prevista para 19h na sede da Opas e contará com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do secretário de Gestão Estratégica e Participativa, Luiz Odorico Andrade, do representante da Opas, Joaquín Molina, e dos representantes do Conselho Nacional de Saúde, José Eri de Medeiros e Márcio Pereira.

O seminário é fruto do trabalho do Laboratório de Inovação desenvolvido desde 2011, em parceria com o CNS, cujo objetivo é identificar e valorizar práticas participativas e deliberativas inovadoras, produzindo subsídios para os conselheiros de Saúde e para os gestores no que se refere à participação social no Sistema Único de Saúde.

Na edição de 2012, o Laboratório de Inovação selecionou 10 experiências de entidades governamentais, conselhos de saúde, ONG e sociedade civil, que demonstraram caráter inovador e com resultados já finalizados ou em curso. Ao todo foram inscritas mais de 60 experiências, das quais cerca de 50 se mostraram adequadas aos termos do edital de convocação.

As experiências deveriam contemplar conteúdos dos seguintes eixos:

A. Implementação das deliberações das Conferências de Saúde: processos e/ou ferramentas para a inclusão das decisões das conferências nos planos de saúde e o progressivo monitoramento de sua implementação ao longo do tempo. 

B. Controle Social: acesso, qualidade, intersetorialidade, financiamento, tecnologia de informação e comunicação na elaboração e monitoramento das políticas, ações e serviços de saúde: melhoria e ampliação do acesso e da qualidade da atenção; intersetorialidade; gestão de recursos financeiros, do conhecimento e da informação; comunicação e integração entre os serviços. 

As inscrições estiveram abertas entre julho e setembro de 2012 (http://migre.me/bEHoN). 


*Com informações do Conselho Nacional da Saúde.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Expedições Doenças Sem Fim

Do N10

Por meio de uma linha do tempo, o site promove uma viagem para desvendar o passado e o presente, ao longo de 100 anos, de doenças que já deveriam ter sumido do território e, no entanto, fazem parte da rotina em pleno 2012. De década a década descubra o que revelaram cientistas, conheça artigos de repercussão e atente principalmente para os personagens reais, sobreviventes de uma injusta e desigual luta pela vida.

A reportagem especial Expedições, doenças sem fim encontrou crianças expostas à esquistossomose e toda a sorte de verminose, tomando banho e fazendo necessidades fisiológicas nos rios porque não têm banheiro em casa.

Descobriu jovens da cidade e do interior com o coração quase parando por causa de uma doença sem registro obrigatório. Deparou-se com adolescentes grávidas marcadas pela hanseníase e leishmaniose. Resgatou velhos e novos herdeiros da doença de Chagas, além de uma nova geração vítima de tracoma e tuberculose. Foi atrás da quase exterminada filariose, que ainda atormenta quem mora junto a córregos e esgotos. A tuberculose também não ficou de fora.

Veja o site: http://especiais.ne10.uol.com.br/expedicoes/index.html


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Oficina sobre medicamentos reúne coordenadores de programas estaduais e da assistência farmacêutica

Nos dias 22 e 23 de agosto será realizada, em Brasília,Oficina de medicamentos de 1ª e 2ª linha para o tratamento da tuberculose. O evento é uma realização do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) e deve reunir 60 participantes.

Segundo o técnico da área de assistência farmacêutica do PNCT, Waldir Ferreira da Silva, o objetivo da oficina é promover discussão sobre medicamentos nos estados, melhorando a articulação entre os Programas Estaduais de Controle da Tuberculose (PECT) e a Assistência farmacêutica para o aperfeiçoamento da logística e do fluxo de medicamentos entre estado, regionais de saúde e unidades municipais de saúde. A partir disto busca-se garantir o controle de qualidade dos medicamentos e melhorar o acesso destes aos pacientes com tuberculose.

Na programação estão previstas apresentações, discussões e exposições sobre controle de qualidade;  perspectivas de novos medicamentos para o tratamento da tuberculose (TB) resistente; informações sobre a produção nacional de medicamentos; a questão do tratamento da TB no sistema prisional; plataformas e sistemas de informação como: Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica (HÓRUS), Sistema de Informação de Tratamentos Especiais da Tuberculose (SITETB) e Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN); 

O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais também fará uma apresentação sobre a logística dos medicamentos para o tratamento da coinfecção TB/HIV nos SAES.

Serviço
Oficina de medicamentos de 1ª e 2ª linha para o tratamento da tuberculose
Data: 22 e 23 de agosto
Horário: 9h às 17h
Local: Auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) - 902 sul - Brasília/DF


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Comitê Metropolitano do Maranhão circulando a informação


Com o objetivo de divulgar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento para o controle da tuberculose, o Comitê Metropolitano do Maranhão lançou um boletim informativo. A 1ª edição traz panorama geral da Tuberculose no estado, os desafios e avanços, as diversas ações realizadas pelo comitê como exposições, seminários e oficinas, voltadas para a comunicação, a mobilização da comunidade, o controle da tuberculose no sistema prisional, entre outros.

O boletim está sendo divulgado por meio eletrônico e uma versão impressa circulará em todas as instâncias  e parceiros estaduais e municipais. A distribuição também acontecerá nos eventos realizados no município como o Programa Cidadania para todos, Saúde nas Feiras, igrejas, escolas, universidades e em todos os eventos de mobilização social.

Segundo Cláudia Ribeiro, a ideia surgiu nas reuniões mensais do comitê, lembrando que a política da secretaria de saúde prevê a construção de boletins informativos. Ela destacou que o trabalho foi desenvolvido por todos os membros do comitê que também participaram da oficina de comunicação realizada pelo projeto Fundo Global Tuberculose-Brasil, no final do mês de abril. 

Para as próximas edições, estão previstas unidades especiais com foco no sistema prisional e na rede de assistência à pessoa com tuberculose.

Nada mais justo que parabenizar esta bela iniciativa NESTE BLOG, que foi desenvolvido pelos Comitês Metropolitanos e também é fruto da Oficina de Comunicação realizada pelo projeto Fundo Global. 

Clique aqui para ler o boletim.

Falta de Informação ainda é o maior desafio!

Uma pesquisa quantitativa de opinião pública realizada, em 2010, pelo Núcleo de Pesquisas da Universidade Federal Fluminense (DataUFF) demonstrou que 51% da população afirmava ter conhecimento sobre os diferentes aspectos da tuberculose. Apesar disso e de ser uma doença antiga, considerada emergência global pela Organização Mundial de Saúde (OMS) desde 1993, a falta de informação é ainda um dos principais desafios enfrentados para o seu controle. Hoje, o Brasil consta na lista dos vinte países que juntos são responsáveis por mais de 80% dos casos de tuberculose no mundo. 

O estudo inédito foi encomendado e coordenado pelo Projeto Fundo Global TB – Brasil (FGTB), administrado pela Fiotec/Fiocruz, para contribuir com o avanço das políticas públicas de saúde voltadas para o controle da tuberculose.

A coleta de dados foi realizada entre os dias 18 de janeiro e 11 de fevereiro de 2010, com 3.369 brasileiros maiores de 16 anos residentes em 53 municípios brasileiros, de pequeno, médio e grande porte, incluindo as 26 capitais e o Distrito Federal. O trabalho envolveu cerca de 150 profissionais coordenados pelo DataUFF em todo o território nacional.



sexta-feira, 13 de julho de 2012

"Assim me comentaram" é um vídeo do Grupo Quatro que fala sobre tuberculose





Este vídeo sobre tuberculose foi produzido pela 1ª turma do CES (Turma Hortênsia Hurpia de Hollanda) e faz parte de uma série de vídeos que abordam as principais informações sobre as doenças que mais atingem a população brasileira. 

O conjunto da obra ficou entre as dez primeiras posições do Prêmio Victor Valla de Educação Popular em Saúde, instituído em 2011. A cerimônia de premiação acontecerá durante o V Encontro Nacional de Educação Popular e Saúde que acontecerá no período de 31 de julho a 3 de agosto, no Rio de Janeiro.

Os conteúdos serão compilados em DVD educativo que será produzido pela Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde.



quarta-feira, 27 de junho de 2012



CNS e OPAS selecionam experiências para o Laboratório de Inovações sobre Participação e Controle Social




Por Vanessa Borges

Estão abertas as inscrições de experiências para o Laboratório de Inovações sobre Participação e Controle Social na Elaboração e Monitoramento das Políticas, Ações e Serviços de Saúde, idealizado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e pela Opas/OMS Brasil, com apoio do Ministério da Saúde. O objetivo é identificar e valorizar práticas participativas e deliberativas inovadoras, produzindo subsídios para os conselheiros de Saúde e para o gestor no que se refere à participação social no SUS.

As experiências devem abordar conteúdos dos seguintes eixos:


Eixo I – Implementação das deliberações das Conferências de Saúde; destinado para inscrição das experiências práticas onde os conselhos de saúde tenham desenvolvido processos e/ou ferramentas para a inclusão das decisões das conferências nos planos de saúde e o progressivo monitoramento de sua implementação pelo gestor ao longo do tempo.

Eixo II – Controle Social: acesso, qualidade, intersetorialidade, financiamento, tecnologia de informação e comunicação na elaboração e monitoramento das políticas, ações e serviços de saúde; destinado para experiências práticas onde os conselhos de saúde ou organizações não governamentais de controle social tenham desenvolvido processos e/ ou ferramentas para acompanhar a implementação local das políticas de serviços de saúde em relação aos seguintes temas: melhoria e ampliação do acesso; melhoria da qualidade da atenção; envolvimento de outros setores (intersetorialidade); programação e execução de recursos financeiros, gestão do conhecimento e da informação; e comunicação e integração entre os serviços.

Podem participar do processo seletivo experiências de conselhos de saúde, órgãos e instituições da administração direta e organizações do terceiro setor, assim como de organizações e instituições internacionais de perfil correspondente aos concorrentes nacionais.

As inscrições podem ser feitas durante o período de 30 dias, para experiências nacionais, e de 40 dias para experiências internacionais de países da América Latina, por meio do e-mail laboratorio.cns@gmail.com conforme previsto no Edital de Convocação, aprovado na sessão plenária do CNS, realizada no dia 14 de junho.

As experiências selecionadas serão apresentadas em seminário em Brasília, organizado pelo Grupo de Trabalho do Laboratório de Inovações, com ampla divulgação no Portal da Inovação na Gestão do SUS – Redes e APS (www.apsredes.org) , no site do CNS e demais parceiros.


terça-feira, 26 de junho de 2012


Games, comunicação e saúde em pauta no 'Saúde em jogo 2'



Por Graça Portela, FIOCRUZ

Os jogos digitais são a mídia que cresce com maior velocidade atualmente e o Brasil já é o quarto mercado mundial, com mais de 35 milhões de jogadores registrados. Os vídeogames não são mais apenas para crianças e alcançam toda a sociedade. Mas o que a saúde tem a ver com isso? Para debater essas e outras questões, o Programa de Pós-graduação stricto sensu em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict/Fiocruz) realiza a segunda edição do evento “Saúde em jogo”, com o seminário “O lúdico e a tecnologia na promoção da saúde”. No encontro serão apresentadas iniciativas que aproximam videogames, comunicação e saúde.

O evento "Saúde em Jogo" é um seminário cuja primeira edição ocorreu em 2011, no Icict. A proposta é apresentar e discutir iniciativas de novas mídias interativas, especialmente videogames, no campo da saúde e mais especificamente no campo da Comunicação e Saúde. Neste ano, o evento ocorrerá no auditório da  Fundação Getúlio Vargas, em Botafogo, no dia 28/6, das 18h ás 22h. Nesta edição haverá palestras de Arthur Protasio, pesquisador da FGV, falando sobre narrativa e saúde, Liliane Faria da Silva, enfermeira e professora da UFF, que vai falar sobre o lúdico no tratamento de crianças com câncer e Cristinna Araújo, que desenvolve o videogame "Combate", voltado para jovens pacientes com câncer. A mesa será moderada por Marcelo de Vasconcellos, doutorando do PPGICS e pesquisador de games para a saúde.

Segundo Vasconcellos, que realiza pesquisas analisando o potencial de jogos, em especial videogames, para as estratégias públicas de comunicação em saúde, focando temas como autocuidado e promoção da saúde, aponta a importância desse tipo de evento: “No Brasil, ainda é pouco explorado o uso de games para a área da saúde e este evento objetiva integrar pesquisadores e profissionais da área”, explica. 

Ele também destaca que apenas no Icict já há dois projetos andamento voltados para o público jovem, que tratam de relacionamento, sexualidade e DST: um jogo de tabuleiro, que pode ser jogado em grupos e salas de aula, e um vídeo de ação em 3D, que será distribuído pela Internet.

O evento, que tem entrada gratuita, é voltado para profissionais da área de saúde e aqueles que trabalhem desenvolvendo games ou que os utilizem em seu dia a dia de trabalho. As inscrições devem ser feitas aqui.



Evento: Saúde em Jogo – Seminário: “O lúdico e a tecnologia na promoção da saúde”
Data: 28/06/2012 – quinta-feira
Horário: 18h às 22h
Local: Auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – Praia de Botafogo, 190, Botafogo, Rio de Janeiro
Informações: Fundação Getúlio Vargas (FGV) – Telefones: 3799-5300

Acesse a programação aqui

segunda-feira, 11 de junho de 2012


PNCT discute estratégias para o controle da tuberculose entre povos indígenas.


De 12 a 15 de junho, serão realizados em Brasília oficina e seminário para fortalecer o controle da tuberculose entre povos indígenas.

Em 2010 a taxa de incidência de tuberculose entre os povos indígenas foi de 95,5 por 100.000 habitantes. Um número três vezes maior se comparado à população geral. Além disso, foram priorizados 67 municípios que são responsáveis por 80% dos casos novos de tuberculose notificados entre os povos indígenas residentes em áreas rurais.

A partir deste contexto, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) realiza, de 12 a 15 de junho, a Oficina de fortalecimento da vigilância epidemiológica e laboratorial da tuberculose nos povos indígenas na região norte e o I Seminário nacional de mobilização social para o controle da tuberculose entre povos indígenas no Brasil.

Realizada em parceria com a Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a oficina acontecerá nos dias 12 e 13 de junho, onde serão discutidas, estratégias de fortalecimento da vigilância epidemiológica e laboratorial da tuberculose entre povos indígenas na região norte.

A oficina foi desenvolvida a partir da definição dos 35 municípios prioritários na região norte e tem como público alvo os coordenadores estaduais de tuberculose e responsáveis técnicos pela tuberculose nos laboratórios centrais de saúde pública (LACEN), laboratórios de fronteira (LAFRON) e distritos sanitários especiais indígenas (DSEI).

Nos dias 14 e 15 será realizado o I Seminário nacional de mobilização social para o controle da tuberculose entre povos indígenas no Brasil no qual o PNCT apresentará os indicadores nacionais de tuberculose entre povos indígenas residentes em áreas rurais e urbanas, a metodologia da definição dos municípios prioritários, a inserção do programa no plano Brasil Sem Miséria, o acompanhamento das condicionalidades, entre outros temas. 

Realizada em parceria com a SESAI e a FUNAI, o evento tem como público alvo os presidentes dos Conselhos Distritais de Saúde Indígena (CONDISI) dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país.

Para acessar a programação da Oficina clique aqui.

Para programação do Seminário clique aqui.

Para maiores informações:
Tatiana Magalhães
Telefone: (061) 32138022
Email: tatiana.magalhaes@saude.gov.br